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Archive for outubro \31\America/Sao_Paulo 2010

Pode ser que a equipe da Selfridges, em Londres, não tenha se inspirado nas fotos de Tim Walker, mas quando batemos os olhos nessa vitrine, logo nos lembramos da foto com os vestidos iluminados, pendurados nas árvores. Ótimo domingo!

Vitrine da Selfridges

"The Dress Lamp Tree" (2002)

Fonte: The Cool Hunter, Tim Walker

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A assustadora vitrine de Stella McCartney

…UM FINAL DE SEMANA COM MUITAS GOSTOSURAS E TRAVESSURAS!

Fonte: An Other Magazine (via twitter)

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JOGO DOS SETE ERROS

A vitrine com a foto no cavalete

A foto

 A Fendi fez uma brincadeira interessante na vitrine de uma das suas lojas: reproduziu em seu interior a ambientação captada em uma foto, que encontra-se presente na própria vitrine, apoiada num cavalete. Dá até para brincar de jogo dos sete erros, não?

Fonte: The Window Shopper

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Todo mundo adora um espelho. Chegamos a parar e conferir nosso visual em frente a qualquer superfície que mostre nosso reflexo: vidros de carro e de vitrines, colunas espelhadas… Deixando de lado as críticas sobre o culto à imagem, lembramos dos globos espelhados que vivem aparecendo aqui e ali, servindo de inspiração para muitas coisas legais. De obras de arte aos estranhos modelitos de Lady Gaga, os espelhos estão com tudo.

O vestido de Lady Gaga é um tributo aos globos espelhados

Absolut Disco - precisa dizer mais alguma coisa?

Escultura do artista Anish Kapoor

Luminárias de Tom Dixon

Manequim da MiuMiu

Detalhes do manequim da MiuMiu

Antes da MiuMiu, a Galeries Lafayette, em Paris, já trabalhava com manequins espelhados

Fotos: Apartment TherapyWashington Post, Wasted Talent, When Smoke Gets In Your Eyes, The Window Shopper

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Selecionamos um algumas fotos e deixaremos para vocês decidirem se é tendência ou coincidência. Have fun!

1 – GIGANTISMO

Depois de alguns posts e muitas fotos, percebemos que várias marcas resolveram aderir à versão super size de alguns elementos em suas vitrines, exteriores e até interiores (dependendo da área do ponto comercial). Chamar atenção é pouco: as cenografias gigantes também trabalham os elementos-chaves das marcas, que fazem parte do seu DNA.

Elementos gigantes na Chanel,Stella McCartney e Hermès

 

2 – FIAT LUX – LÂMPADAS

Mostramos aqui uma instalação linda em Londres, toda feita com lâmpadas gigantes, e algumas lâmpadas com shapes diferentes. E adoramos ver as lâmpadas tradicionais no interior da flagship store da C&A, em São Paulo. Também achamos bem curiosa uma luminária que consiste numa lâmpada gigante. Basta pendurar no teto de casa e pronto!

Luminária em forma de lâmpada gigante, instalação com lâmpadas gigantes em Londres e iluminação especial no pop-up shop da flagship store da C&A

 

3 – NEON LIGHT

As cores neon voltaram com o revival dos ’80s e continuam por aí, só que agora pontualmente. Contudo, a luminosidade e o destaque dessas cores continuou através dos elementos feitos em neon que aparecem em vitrines e interiores, em diversas lojas nacionais e internacionais. A Reserva Mini e a Valen já adotaram, assim como as vitrines da flagship store da C&A. Mais neon em vitrines aqui e aqui.

Neon no interior da Reserva Mini e nas vitrines da Maison Martin Margiela, Nina Ricci e Valen

 

4 – GIGANTISMO + NEON

Amou toda a luminosidade e as cores do neon, mas sua vitrine é enorme e você precisa de algo bem impactante? Que tal unir os dois elementos numa cenografia só? Abaixo alguns exemplos de elementos tamanho gigante feitos em neon ou LED (uma alternativa mais sustentável) e o combo dos dois, separadamente.

LED ou neon nas vitrines da Gucci e da Louis Vuitton e os dois elementos, separadamente, na vitrine da Agent Provocateur

 

5 – REPETIÇÃO

A repetição de elementos nas vitrines é um recurso bem antigo e parece que voltou com tudo nos últimos anos. Assim como acontece com os acessórios (principalmente com os anéis e pulseiras, que atualmente são usados em todos os dedos e nos dois pulsos, em grande quantidade), os manequins e elementos cenográficos podem (e devem) ser repetidos quando queremos causar impacto visual, chamar atenção ou transmitir um conceito importante ao consumidor. Podem ser vários manequins em cores diferentes ou iguais, várias fotos que formam um pano de fundo ou displays especiais que brincam com a própria marca. Mais é mais e mais é tudo!

Manequins da TopShop, displays da Crocs e fotos enormes na vitrine da Bergdorf Goodman

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Acontece hoje, no Shopping Morumbi (SP), a inauguração da flagship store da marca norte-americana Original Penguin, que surgiu nos anos 50, nos Estados Unidos, de uma maneira muito curiosa: durante um passeio por Nova Iorque, Abbot Pederson, um dos fundadores da marca, se deparou com uma vitrine repleta de pinguins empalhados. Comprou um. O tal pinguim serviu de inspiração para a logo da marca, que surgiu depois de um brainstorm em uma mesa de bar.

Símbolo da marca norte-americana, o pinguim aparece em versão metálica com iluminação que lembra neon, confirmando mais uma vez a tendência do uso de neon em vitrines e interiores

 

A fachada da flagship store no Shoping Morumbi, que inaugura hoje

Com inspiração inicial no golfe, a marca acabou conquistando figuras masculinas importantes, gente como Frank Sinatra, Ronald Reagan e Richard Nixon. Entre as celebs atuais que já apareceram com a logo do pinguim, Brad Pitt e Johnny Depp. Sempre associada sportswear americano, foi a primeira a fazer camisetas pólo no estilo golf t-shirt, na década de 60.

Objetos vintage, associados ao uso de madeira no interior, ajudam a criar um clima intimista e reforçam o espírito "preppy" da marca

A grife ficou um tempo meio off. Voltou a cena em 2001 com Chris Kolbe, ex-gerente de marketing da Urban Outfitters. O estilo é preppy, o retrô americano inspirado nas roupas dos colegiais. A Original Penguin traz uma linha de camisas com detalhamento exclusivo nos punhos, t-shirts com desenhos bem humorados, paletós com ares vintage, calças clássicas com corte moderno e acessórios contemporâneos.

O visual merchandising segue o padrão das lojas internacionais e explora bastante os nichos em madeira e araras nas laterais e as mesas expositoras centrais, com reforço do ícone da marca ao fundo, bem iluminado

Cabides personalizados de madeira - um charme a mais!

As peças da grife já eram vendidas em 50 pontos aqui no Brasil, e também na internet. Agora, com a primeira flagship store no Shopping Morumbi, devem aumentar a profusão dos pinguinzinhos. A loja mantém a decoração padrão no mundo inteiro, estilo cinquentinha.

Texto e fotos: Site RG

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Lady Dior, o modelo de bolsa mais popular da Maison Dior, comemora 15 anos e ganha destaque nas vitrines da Le Bon Marché, na França. Lembrando que esse ano ela já ganhou um super destaque ao servir de tapume para a loja Dior em Nova Iorque, enquanto o interior passava por reformas. Joyeux Anniversaire!

Fotos: Mes Vitrines NYC

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Não podemos evitar os avanços da tecnologia e adoramos quando ela é bem empregada, ainda mais no mercado de moda. É tão legal ver uma marca com anos de mercado despertar o interesse dos consumidores através de um novo recurso, apostando suas fichas no mistério/curiosidade  ao usar um QR Code ao invés de tradicionais outdoors, como fez a Calvin Klein.

Também mencionamos a utilização da realidade aumentada pela Maria Filó durante o lançamento de uma linha de camisetas de edição limitada, quando abordamos o assunto do marketing sensorial, e pela Tissot. E, finalmente, não podemos esquecer da Nike Bélgica, que promoveu a interação entre vitrine e redes sociais através do QR Code, tornando possível “curtir” os produtos da vitrine após clicar o código colado em seu vidro.

Mas e se toda essa nova onda tecnológica invadisse os interiores das lojas e nos ajudasse a escolher aquela produção especial? Nem sempre carregar mil cabides para dentro de um provador é uma experiência agradável e, ainda por cima, é quase sempre impossível pedir a opinião de um (a) amigo (a), porque a área de provadores pode ser bem pequena, ou restrita às mulheres, ou viver lotada.

A Macy’s resolveu todos esses problemas com o auxílio da realidade aumentada, do Ipad e das redes sociais. Em parceria com a empresa LBi a experiência no provador foi reinventada e poderá ser testada na Macy’s Herald Square durante novembro deste ano. O recurso foi lançado durante o evento Fashion’s Night Out em setembro e já foi experimentado por milhares de pessoas.

O "espelho mágico" da Macy's, a marca de 150 anos que está de olho nos consumidores mais jovens

Dentro de cada cabine do provador o cliente encontrará um espelho de 72 polegadas e multi-touch, além de um Ipad. Em seguida basta escolher a roupa desejada no aplicativo do Ipad e transferir a imagem para o seu reflexo no espelho com apenas um simples movimento do seu pulso. E, naturalmente, as fotos do cliente (tiradas através de uma câmera presa ao espelho) “usando” a roupa poderão ser compartilhadas nas redes sociais ou através de email ou SMS (assim, o feedback dos amigos está garantido, mesmo que eles não possam acompanhá-lo às compras).

Fonte: PSFK

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Lembram quando falamos sobre o uso de QR Code na vitrine da Nike na Bélgica? Parece que a onda também acertou em cheio a Calvin Klein. Após ter seus outdoors censurados, a empresa resolveu censurar sua própria campanha de outono 2010 da Calvin Klein Jeans.

A empresa apostou no QR Code nos outdoors de Nova Iorque e Los Angeles que, após ser reconhecido através da câmera do celular, revela um vídeo de 40 segundos, não censurado, do qual participam a polêmica Lara Stone e um quarteto de modelos masculinos.

O outdoor da CK com o QR Code que, depois de decodificado, revela o vídeo da campanha CK Jeans, cujas fotos foram censuradas

A campanha, que foi fotografada em preto & branco por Mert Alas e Marcus Piggott, pode ser compartilhada via Facebook e Twitter após ser decodificada. Detalhe: isso aconteceu em julho deste ano.

Outra empresa que explorou o QR Code bem antes de todas as outras foi a Louis Vuitton, em parceria com o artista multimídia japonês Takashi Murakami, seu colaborador de longa data. QR Code (quick response code) é um código-matriz que permite que seu conteúdo seja decodificado em alta velocidade. Apontado como a evolução do código de barra, o QR Code da Louis Vuitton foi desenvolvido pela agência japonesa SET, com a arte de Murakami, em 2009.

O QR Code da LV, criado em 2009, uma parceria da agência SET com o artista Takashi Murakami

Fonte: Fashioning Tech,  Stylelist

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Conforme mostramos aqui e aqui, o recurso de usar neon nas vitrines foi muito explorado por várias marcas de prestígio no exterior, de Marc Jacobs a Maison Martin Margiela. Também mostramos que é possível e interessante usá-lo no interior das lojas, como acontece na Reserva Mini, loja dedicada ao público masculino infantil.

Seguindo as mais modernas tendências em vitrinismo e visual merchandising, a nova loja conceito da C&A, inaugurada ao longo da semana passada, usou e abusou do neon em suas vitrines para destacar as parcerias recém-lançadas com Maria Bonita Extra,  Amir Slama e Renato Kherlakian. Todas as 3 vitrines foram concebidas e produzidas pela Vimer, de São Paulo. E preparem-se, porque a cada mês teremos novos recursos cenográficos que prometem chamar nossa atenção!

As vitrines desenvolvidas pela Vimer confirmam a tendência do uso de neon

Fotos: Blog da Vimer

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