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Archive for the ‘Varejo Virtual & Novas Mídias’ Category

Que tal conhecer as atividades de artistas urbanos contemporâneos que deixam sua marca pelo mundo e interagir com eles em tempo real? Essa é a nova ação da Ballantine’s na sua fanpage no Facebook. Vídeos são divulgados através da página, mostrando os artistas em ação, como se estivéssemos vendo tudo através dos olhos deles. Ao mesmo tempo, os artistas interagem com os usuários que acompanham o processo, respondendo seus comentários ao vivo.

QR-Code tatuado que, quando escaneado pelo leitor, revela uma animação

Recentemente, dois exemplos muito legais foram divulgados. Otatuador francês K.A.R.L. tatuou o primeiro QR-Code no corpo de um amigo e transmitiu todo o processo ao vivo, interagindo com os fãs e respondendo seus comentários que eram feitos através da página no Facebook. O código tatuado realmente funcionou e, quando escaneado pelo leitor no smartphone, revelou uma animação muito legal (assista abaixo).

E preparem-se, porque no próximo projeto vocês poderão interagir com o grafiteiro 45 R.P.M. (assistam ao teaser abaixo, curtam a fanpage no Facebook e participem!) na criação de uma obra. A ação ocorrerá amanhã e será transmitida ao vivo (mais detalhes na fanpage da Ballantine’s no Facebook).

Fonte: PSFK

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Entrar em um novo mercado, ainda mais numa cultura com tantas peculiaridades e tão diferente da ocidental, é um grande desafio para qualquer marca. Crescer em um novo mercado, principalmente quando a marca não pode investir na abertura de muitas lojas, é um desafio maior ainda.

Tesco descobriu uma maneira de encarar esses desafios e o resultado foi surpreendente! Usando a tecnologia e muita criatividade, a marca entrou no mercado sul coreano, mudou seu nome para Home Plus e, após uma grande ação feita no metrô e baseada no uso de QR-Code, conseguiu aumentar não apenas suas vendas online em 130%, bem como o número de consumidores registrados em 76%. Dessa forma, tornou-se a número 1 na Coréia do Sul, ultrapassando a concorrente E-Mart, sem abrir mais lojas além das que já tinha.

Para entender melhor como funcionou a estratégia de marketing, assista ao vídeo abaixo.

Fonte: Sparksheet

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É quase impossível esquecer a campanha Never Hide promovida pela Ray-Ban. Tudo começou quando a marca espalhou 12 telões pela movimentada e internacionalmente conhecida Times Square, em NY, nos quais eram projetadas fotos de consumidores usando seu Ray-Ban favorito, que foram enviadas por eles mesmos através de um hotsite criado pela marca.

Outdoor na Times Square, NY

Dando continuidade à campanha, a Ray-Ban montou grandes molduras que ficavam próximas aos principais pontos turísticos ao redor do mundo (teve até uma aqui no Rio de Janeiro!). Quem quisesse poderia tirar uma foto, que acabava parecendo um cartão postal. Depois, as pessoas eram estimuladas a fazer o upload dessa foto no site da empresa, onde foi criada uma verdadeira comunidade virtual e todos poderiam ver as fotos uns dos outros. No fim, a campanha ganhou espaço nas redes sociais, como Facebook e Twitter.

Foto tirada em Paris

E a empresa não parou por aí! O sucesso foi tão grande e a mensagem já estava tão gravada na mente das pessoas que o projeto de merchandising visual nos pontos de venda seguiu os mesmos rumos da campanha publicitária. Brincando com a idéia das fotos e dos cartões postais, foram montados displays nos quais vemos, ao fundo, pontos turísticos badalados (como Big Ben, o letreiro de Hollywood, a Torre Eiffel, entre outros), e em primeiro plano, desenhos de pessoas, no quais foram aplicados óculos Ray-Ban de verdade!

Vitrine Ray-Ban

Cartões postais, recordações de viagens - sempre com Ray-Ban!

Impossível se esconder e não ser notado quando se usa Ray-Ban.

Um excelente trabalho que demonstra a continuidade da campanha publicitária, sua conexão com as novas mídias e sua coordenação com o trabalho de merchandising visual no ponto de venda. Garantia de que a mensagem da marca não se perderá, o que é muito importante no caso da marca Ray-Ban, uma vez que ela não possui lojas próprias, apenas corners e/ou displays em grandes pontos comerciais e, como vimos anteriormente, nem sempre esses locais são explorados da melhor maneira possível.

Fotos: Step Into The Window

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Nicola Formichetti, diretor criativo da marca Thierry Mugler e stylist de Lady Gaga, vai invadir a cena fashion de NY em setembro, com um pop-up store em TriBeCa. O anúncio foi feito pelo próprio designer via Twitter, que ainda deixou bem claro que precisa de um arquiteto para cuidar do interior da loja (veja na foto abaixo).

Formichetti planeja dividir o interior da loja em quatro diferentes espaços: digital, minimal, nature e punk rock/vintage, incluindo, também, uma possível floricultura. Como ainda restam alguns meses até setembro, nada ainda foi formalizado.

A organização cultural sem fins lucrativos BOFFO ajudará a encontrar o melhor arquiteto para cuidar do visual da loja temporária de Formichetti através de uma competição, mas essa ajuda irá além. A organização pretende selecionar não apenas um, mas vários arquitetos cujos perfis criativos combinem com as idéias de alguns outros designers de moda (será que novas pop-up surgirão em breve?). Os vencedores receberão US$ 20,000,00 para tornar seus projetos realidade!

Para saber mais sobe Formichetti e o projeto, basta assistir ao vídeo abaixo. E vá se planejando para visitar NY em setembro, pois a pop up store só funcionará entre 01/09 e 14/09!

 

Fonte: Modern Destiny, Ladylux, Fashionably Marketing Me

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Mango é uma empresa internacionalmente famosa, uma verdadeira gigante no cenário do varejo de moda. Recentemente ela alcançou a extraordinária marca de mais de 2 milhões de fãs no Facebook e simplesmente quis agradecer a todos eles por permitir que a marca fizesse parte de suas vidas. Um diálogo direto entre marca e consumidor, como velhos e bons amigos que, juntos, compartilharam momentos incríveis, atraíram olhares e coloriram o mundo ao seu redor. Muito emocionante!

No final, uma mensagem simples, mas que resume perfeitamente o espírito do vídeo: “Thank you for liking us. We like you too!” (“Obrigada por curtir a marca. Nós também curtimos você!”).

LINDO, LINDO, LINDO!

Fonte: B9

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Produtos Ed Hardy: amados por muitos, internacionalmente consumidos e caríssimos. Para alguns, símbolo de rebeldia e status. Para outros, a melhor representação do mau gosto. Muitas pessoas sequer conseguem olhar para uma peça Ed Hardy sem torcer o nariz! Camisetas e bonés com silks inspirados no universo da tatuagem, combinados com aplicações de bordados, cristais e glitter simplesmente lotaram páginas e mais páginas de revistas, sempre usados por celebridades como Madonna, Britney Spears, Kim Kardashian, entre outras.

Famosas "trabalhadas" na marca Ed Hardy

Como todo produto, teve sua fase de introdução, de crescimento, atingiu sua maturidade no mercado e, finalmente, começa a entrar em declínio – pelo menos, achamos que a campanha promovida pela agência de publicidade Super Top Secret aponta para esse caminho.

Segundo o site da agência, a campanha Giving Back  visa “tornar o mundo melhor, uma camiseta ridícula por vez” (e até tem página no Facebook e seguidores no Twitter!). Funciona assim: os interessados doarão suas camisetas Ed Hardy para a Super Top Secret, que as repassará para moradores de rua. Além de ajudar os menos favorecidos, os doadores receberão em troca uma camiseta novinha em folha, produzida pela agência. Ainda segundo o site, trata-se de uma “win-win situation“: ao mesmo tempo que você ganha uma camiseta novinha em folha, ajuda uma pessoa necessitada e contribui para acabar com a tendência da camiseta masculina espalhafatosa, possibilitando que ela assuma novamente sua função como uma mera camiseta.

À esquerda, a campanha; à direita, Eli, morador de rua, usando uma camiseta Ed Hardy doada pelo sorridente rapaz à direita, de camisa xadrez

É claro que a campanha tem um toque de humor bastante ácido, mas vamos deixar de lado nossos posicionamentos politicamente corretos, nossos pudores e sejamos honestos: alguém acha que a Madonna gostaria de ver um morador de rua usando uma camiseta original Ed Hardy, assim como ela?  Você gostaria de ver vários moradores de rua usando camisetas iguais as suas, pelas quais você pagou R$ 280,00 (o preço é meramente ilustrativo)? Claro que não, não é?

E qual seria o impacto dessa campanha para as vendas e para a marca Ed Hardy? Com certeza, não seria nada positivo para ambos. Por outro lado, ficamos tristes, pois isso também não é nada bom para a imagem do tatuador Don Ed Hardy, americano da Califórnia, aprendiz do respeitado Sailor Jerry Collins, que teve seu nome e desenhos atrelados a produtos que são sinônimos de mau gosto.

No mais, não conseguimos levantar nenhuma informação sobre o posicionamento da marca em relação à ação, mas achamos que, neste caso, caberia inclusive recurso judicial para evitar que a agência continuasse a promover esse tipo de atividade, sendo fácil comprovar os potenciais danos à imagem da marca.

E se alguém já se perguntou se consumidores ou a sociedade podem destruir uma marca, literalmente, achamos que a campanha acima dá todas as informações necessárias para responder a questão.

Fonte: GOOD

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Atenção, atenção para a novíssima campanha da Diesel que combina redes sociais e QR-Code!

O projeto piloto está sendo testado na loja da marca em Madrid e permite que os consumidores dentro das lojas compartilhem suas impressões sobre as peças através de seus perfis em redes sociais. O processo não consiste em tirar uma foto e postar no seu mural, mas sim em escanear um QR-Code (cada produto tem um) e acessar uma página onde vcê poderá “curtir” o produto. Depois disso, o conteúdo será publicado no seu perfil do Facebook.

Já dá para curtir os produtos da Diesel na vida real!

A marca partiu da premissa que as pessoas adoram compartilhar os melhores momentos das suas vidas, o que elas pensam e, é claro, o que elas gostam (e não é a mais pura verdade?). Segundo  estimativa, o botão “like” é acionado 3 bilhões de vezes por dia! Depois de observar tudo isso, não dava para deixar passar essa oportunidade, não é?

Fonte: Independent

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Max Arlestig e Maximilian Gebhardt  tiveram uma idéia genial: criaram um abridor de garrafa para a marca Heineken que se conecta ao Facebook via bluetooth.

O projeto, denominado “Heineken – The Invite“, funciona da seguinte forma: quando você abre uma garrafa de Heineken com o abridor especial, ele se conecta a sua página no Facebook e cria um evento, indicando o local onde você está. Assim, seus amigos podem confirmar o convite para o evento e a pessoa que tiver o maior número de amigos confirmados ganhará um engradado de Heineken para o final de semana.

A idéia é muito interessante e trabalha justamente com interação e redes sociais, além de agregar diversos valores à imagem da marca Heineken (e explorar alguns que são mais antigos e tradicionais, comuns a todas as marcas de cerveja e bastante trabalhados nos comerciais para televisão).

O detalhe mais interessante é que os autores do projeto são estudantes da Miami Ad School em Hamburgo, na Alemanha, e desenvolveram o vídeo acima para um projeto estudantil! Muito bacana, não é?

Fonte: PSFK

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A utilização de QR Code por marcas de moda não é uma novidade: Nike, CK e Louis Vuitton, entre outras, já recorreram à inovação para promover lançamentos polêmicos e integrar campanhas no ponto de venda as redes sociais, além de seduzir seus consumidores com a aproximação do que há de mais novo e moderno no universo tecnológico.

Vitrine da Bloomingdale's, com QR Code que permitia a participação em sorteio e dava acesso ao conteúdo exclusivo sobre tendências

Na Barneys, quem usar o QR Code terá acesso à cobertura dos bastidores dos desfiles de NY, Londres, Paris e Milão feita somente em p&b por fotógrafos de peso, como Nan Goldin, Stéphane Sednaoui e Jürgen Teller.

Contudo, sua adoção continua crescendo (ocorreu um aumento de 800% entre abril de 2010 e abril de 2011, segundo o relatório de tendências ScanLife Mobile Barcode) e as empresas de moda investem na tecnologia para promover concursos, descontos, divulgar conteúdo exclusivo e, até mesmo, para revelar ao consumidor todo o histórico do produto que ele está adquirindo.

O projeto IOU se baseia no uso da tecnologia para divulgar sua linha de easy-to-wear, cujos produtos são feitos artesanalmente e, portanto, são únicos e especiais. De acordo com as informações no site do projeto, esse caráter único de cada produto torna possível que sua origem seja rastreada e que tenhamos acesso a todas as informações relacionadas ao seu processo de desenvolvimento. Tais informações são extremamente interessantes e importantes, principalmente em tempos de campanhas sobre sustentabilidade que, muitas vezes, se revelam discursos vazios de empresas que estão interessadas apenas em aumentar seus lucros.

Alguns produtos da IOU Project, com QR Code

Tornando o produto rastreável desde a origem do fio na Índia até os trabalhos de beneficiamento feitos na Europa, o consumidor passa a ter acesso à história do produto que lhe está sendo oferecido e, portanto, pode fazer uma escolha mais consciente e até mesmo entender mais sobre o seu processo de fabricação, o que ajuda a justificar preços e valorizar o produto além de envolver o consumidor nos valores da marca e sua história (geralmente, quando uma marca adota tal postura, sua imagem torna-se associada a valores como transparência, autenticidade, responsabilidade social e ambiental e exclusividade).

Lembramos que alguns smartphones, como BlackBerry, fazem leitura imediata dos QRCodes através de suas câmeras, mas geralmente é necessário fazer download de programas leitores do código para celular, como BeeTagg e Kaywa (ambos gratuitos). Para desvendar o que cada QRCode esconde, basta acessar o aplicativo e apontar a câmera do seu celular na direção do código. Após o reconhecimento, você será redirecionado ao conteúdo exclusivo. Have fun!

Tutorial ilustrativo de como fazer a leitura do QRCode

Fotos: Re:conectar, Springwise

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O mercado de refrigerantes é bastante disputado e até poderíamos dizer que Coca-Cola e Pepsi travam uma batalha diária por market share. A luta por uma bela fatia do mercado e pela cabeça e coração dos consumidores se dá através de diversas estratégias de marketing.

A Pepsi optou por uma ação baseada em novas mídias, associada à um ícone moderno: a vending machine (aquelas máquinas que ficam em ruas, metrôs e até em escritórios e nas quais você pode comprar pequenos lanches e bebidas usando moedinhas). A ação pretende engajar os consumidores através das mídias que já fazem parte do nosso dia a dia, como SMS, Facebook e vídeo, entre outras, fornecendo acesso à informações sobre produtos e até mesmo permitindo que você presentei um amigo com uma garrafinha de refrigerante. Funciona assim: basta selecionar uma bebida e digitar o nome do destinatário, número de celular e a mensagem de texto com um código personalizado resgatável ​​em outras máquinas será enviado. Os consumidores podem customizar a mensagem com um curto vídeo gravado pela máquina.

Por outro lado, a rival Coca-Cola mergulhou de cabeça na estratégia do storytelling, ou seja, na construção de narrativas que estabeleçam conexões com histórias e comunidades pré-existentes. Assim, as pessoas se envolvem com a marca, pois se enxergam como personagens dessas histórias e compram os produtos necessários à satisfação de uma necessidade humana.

Cada vez mais a marca se empenha em estabelecer vínculos com comunidades de nicho e com outra estratégia importante, conhecida como consumer advocacy , os famosos “advogados da marca” que nada mais são do que pessoas que simplesmente amam determinada marca e podem dar seu testemunho valioso a respeito desse relacionamento (ajudando, assim, a convencer outros consumidores). Praticamente é a estratégia que resume o que estamos falando por aqui em vários posts: lovemarks, interação, deixar o consumidor ser o dono da sua marca – todas essa estratégias são cada vez mais fundamentais para alcançar o sucesso no mercado.

Campanha "Abra a Felicidade"

Em 2007 a Coca-Cola lançou uma série de comerciais da campanha “Abra a Felicidade“, cuja idéia central era a de que felicidade é aquilo que criamos diariamente em nossas vidas. O foco no produto ou na marca foram colocados em segundo plano, destacando o produto apenas como suporte aos experimentos individuais sobre o significado da felicidade. O resultado foi tão positivo que a empresa resolveu expandir os comerciais, usando narrativas envolvendo músicos e artistas. O processo culminou uma verdadeira “fábrica da felicidade“, gerando tanto interesse dos consumidores que outras mídias foram adotadas na divulgação da campanha (blogs, vídeo, games e aplicativos para celular). E a história não parou por aí: uma expedição de três embaixadores da alegria foi lançada em janeiro de 2010 com o objetivo de descobrir o que faz as pessoas felizes nos 206 países onde a Coca-Cola é comercializada e blogs como o Coca-Cola Conversations, com curiosidades sobre a marca, produtos relacionados e sua história.

Os resultados? Bem, em comparação com a Pepsi, a página do Facebook da Coca-Cola tem 21 milhões de fãs a mais que a concorrente; as vendas globais aumentaram consideravelmente desde o início da campanha “Abra a Felicidade”; a campanha tornou-se uma plataforma global para todo marketing integrado da marca; e, para culminar, a empresa ainda teve sua campanha reconhecida com o prêmio Best In Show de publicidade.

O que podemos concluir disso tudo? Que as marcas devem convidar seus consumidores ao diálogo, quer seja relacionado à marca, quer seja sobre suas próprias experiências ou alguma coisa que os inspire a participar e criar suas próprias formas de mídia. Boas narrativas são capazes de agregar, ao seu redor, nichos diversos da sociedade, geralmente extrapolando seus suportes iniciais, devido ao grande potencial de adoção e crescimento.

Para saber mais sobre uma outra ação bem legal, que envolveu os consumidores através da ativação de sua criatividade e uma marca de refrigerante, basta procurar informações sobre a parceria Sprite e Redley e a campanha Refresque suas Idéias. Acesse o site que explica o processo de criação das artes individuais e da coletiva e divirta-se!

Fontes: Mídias Sociais, SparkSheet

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