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Posts Tagged ‘anthropologie’

Aqui em Londres é praticamente impossível fotografar interiores, mas conseguimos conferir algumas vitrines e detalhes bem diferentes. Em breve teremos mais fotos. Aguardem!

Nesta loja de sapatos próxima a Harrods, os displays eram divãs e banquinhos forrados com veludo

"A Crystal Christmas" é o tema das vitrines natalinas da Harrods, inspiradas nos cristais Swarovski. Em várias vitrines vemos displays em movimento e tudo é ricamente decorado.

Ainda na Harrods, muito champanhe na vitrine lateral.

O terceiro andar da Harrods abriga a exposição "Inspiring Morocco", com produtos importados do país e VM maravilhoso. Uma outra vitrine na entrada lateral anuncia esse evento.

Dentro da Harvey Nichols, flocos de neve em diversos tamanhos e feitos de isopor decoram o teto e displays nas laterais das escadas rolantes

A vitrine da Oasis joga uma luz no armário das consumidoras

Na Diesel da Carnaby Street, os enfeites de Natal estão discretos e em tons metálicos

Vitrine Ben Sherman, com display móvel (como numa lavanderia). As roupas giram em determinado momento, sendo possível vê-las de frente.

Vitrine Anthropologie, na Regent Street

Dolce and Gabbana, na Bond Street

Detalhe da vitrine Dolce and Gabbana

Vitrine Alexander McQueen, na Bond Street

Na Dover Street Market, fotografar é proibido. O VM é maravilhoso, misturando displays feitos em madeira, metal e outros materiais. Várias marcas internacionais têm corners especiais na loja, que foi idealizada por Rei Kawakubo.

Vitrine Acne

Detalhe da vitrine Acne e um pouquinho do interior

Display de uma loja que vende roupas inspiradas no universo gótico (Stables, Camden)

Ao invés de manequins tradicionais, essa lojinha apostou em esqueletos. Também gostamos da camiseta "emoldurada".

American Apparel, na Camden High Street

 

Fotos: Âme Consultoria

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I’m blue“, dizem os povos que falam inglês. Mas você conhece o significado dessa expressão? Ela tem origem no sentimento dominante do blues, antigo ritmo criado pelos escravos negros dos Estados Unidos, e significa estar pra baixo, triste. Por outro lado, a cor azul também pode significar beleza, magnitude e está associado ao céu e ao mar.

O significado das cores e seu impacto é muito estudado e ainda existe muita polêmica, em parte porque ainda não se consegue investigar o impacto psicológico das cores de maneira científica. Além disso, embora exista consenso sobre a propriedade de certas cores, ele varia conforme a época, a cultura e a religião. Por exemplo, o verde é a cor do Islã; o branco representa luto para alguns povos orientais; o vermelho representa boa sorte para os chineses e, atualmente, é associado à luta de vários povos por justiça e igualdade. O roxo, no Brasil, era ligado à morte por causa da religião católica e da Quaresma.

Além disso, as cores podem ter sua percepção alterada se combinadas a outros estímulos, como a textura: uma cor fria, combinada à uma textura rústica, pode denotar a sensação de conforto e tornar ambientes mais aconchegantes (e quantas vezes não vimos isso nas vitrines e interiores de Anthropologie?). Segundo Lilian Ried Miller Barros, fundadora do Universo da Cor (SP), não se pode analisar apenas a influência isolada de cada cor. É importante estudar a composição do cenário como um todo num determinado ambiente, especialmente suas nuances e contrastes. “Ambientes com fortes contrastes entre as cores nos deixam mais despertos e alertas, enquanto contrastes suaves nos provocam a sensação de relaxamento”, afirma Lilian.

Em tempos de color block e rejeição dos consumidores de peças de roupa tingidas por pigmentos nocivos aos seres humanos e ao meio ambiente, é cada vez mais importante investir no estudo das cores para desenvolver uma identidade visual adequada, a fim de que todos possam decodificar a mensagem que marcas de produtos desejam transmitir.  Estudos de universidades norte-americanas apontam percepções dominantes associadas às principais cores, apesar das variações de acordo com cultura e religião. Reproduzimos, abaixo, os resultados da pesquisa e acrescentamos alguns informações sobre o uso das cores na moda e em vitrines. Vamos conferir?

1 – Verde

Sensação de frescor. Associado à relva, mata, ar puro. Representa paisagens naturais, palmeiras, liberdade, abertura, porém carrega consigo a impressão subjetiva de angústia e autocontrole. Na moda, aparece muito em coleções de inspiração tropical e militar. No Brasil, a marca Osklen usa a cor em sua sinalização de liquidação.

A combinação com outras cores, objetos e estímulos já altera o impacto da cor verde

2 – Branco

Sensação de luz-espaço. Associado à neve, clara de ovo, papel, arroz, vestido de noiva. Representa paz, harmonia, pureza, limpeza. Sua impressão subjetiva está relacionada à inibição dos impulsos, bloqueios e perturbação. Na moda, além de representar pureza e  noivas, está associado ao minimalismo, às festas de final de ano, à classica tshirt, além de lingerie e camisas masculinas. Nas vitrines, é a cor da virada de ano e também é muito usada, em várias nuances e combinada com texturas, para criar ambientes aconchegantes e com ar vintage.

Martin Margiela explora muito o branco em suas lojas. Seus funcionários usam jalecos brancos, como cientistas em laboratórios.

Gelo, neve, "White Christmas"

O branco também ajuda a criar contraste

3 – Vermelho

Sensação de euforia, exaltação, calor. Associado ao sangue, boca, maçã, morango, pimenta, Ferrari e Papai Noel. Representa perigo, desejo, força, paixão, fogo e sexo. A impressão subjetiva é de agitação, impulsividade e agressividade. Na moda, lembramos logo de Valentino e seus inesquecíveis vestidos vermelhos; das solas dos sapatos Louboutin; de peças sensuais de lingerie; de luxo e sofisticação. Nas vitrines, sem dúvida, é a cor do Dia dos Namorados, do Natal, do Dia das Mães e, principalmente, das liquidações.

Vitrine Louis Vuitton, com fundo vermelho em contraste com as gaiolas douradas

Vitrine de Dia dos Namorados

Vermelho é, sem dúvida, a cor mais comum na hora de anunciar liquidação

4 – Azul

Sensação de frio, imensidão. Associado ao céu, mar e firmamento. Representa magnitude, dignidade e beleza. Causa a impressão subjetiva de supercontrole e negativismo. É a cor do jeans (indigo blue), muitos presente também no estilo navy e, quando combinado com tons terrosos, vermelho e dourado, confere a sensação de sofisticação. Muito em voga nos últimos anos devido à inspiração nas obras do artista Yves Klein.

5 – Laranja

Sensação de vigor, vitalidade, fulgor, intensidade. Associado ao outono, laranja, girassol, cenoura, gema de ovo e Dia das Bruxas. Representa poder, exuberância, calor, ingenuidade. Impressão subjetiva de criatividade, entusiasmo e inquietude. Na moda, é muito utilizada em roupas infantis, street wear e nas vitrines de Halloween. É a cor das embalagens da marca Hermès.

6 – Amarelo

Sensação de vitalidade, brilho, luminosidade, está associada ao sol e ao ouro. Representa prazer, riqueza e nosso país. Impressão subjetiva de alegria, disposição, ambição e medo. Na moda, aparece associada ao sol, ao limão (principalmente quando na versão neon) e mostarda e é bastante usada como “pontos de luz” em looks (bolsas, cintos e bijuterias amarelas  e douradas sempre ficam lindas quando combinadas com outras cores).  Muito usada nas vitrines de verão e, recentemente, naquelas decoradas com post-it (dizem que a cor amarela aumenta a concentração).

7 – Roxo/Lilás/ Magenta

Sensação de suavidade, profundidade. Associado ao violeta e ametista. representa magia, luxo e esoterismo. Provoca impressão subejtiva de inquietação, intuição, profundidade, introversão e labilidade afetiva. Nos tempos antigos, roupas tingidas com este pigmento eram caríssimas e, portanto, apenas os muito ricos podiam usá-las. Hoje em dia é bastante usada em roupas de festa, em diversas nuances.

8 – Preto

Sensação de escuridão-espaço, está associado à noite, ébano, carvão. Representa a morte, noite, sombra, autoridade, vazio e sofisticação. A impressão subjetiva é de tristeza, melancolia e depressão. Na moda, certamente está associado ao minimalismo, à sofisticação e sensualidade, sendo muito usada em lingeries e vestidos de festa. É a cor do couro, do fetiche e das roupas mais tradicionais. Karl Lagerfeld se veste apenas usando as cores preto e branco (aliás, o duo preto-branco ou preto-creme nos remete à marca Chanel). Costuma aparecer muito nas coleções de inverno ao lado do cinza.

Preto e branco na vitrine de inspiração fetichista da Louis Vuitton

Vitrine de Natal toda preta!

Preto e branco: minimalismo e elegância

Fonte: Revista Planeta, novembro de 2011, edição 470

Fotos: Reprodução

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O ano letivo não será prolongado e já está quase na hora de aproveitar as férias, mas lá fora muitas vitrines usaram quadros negros como parte do projeto de VM.

Vitrine Anthropologie

Vitrine Cole Haan

Interior da loja Kiehl's

Vitrine da loja William Ashley

Fotos:  VM, Mes Vitrines NYC, Reprodução

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Anthropologie x Richards: referência ou coincidência? Adoramos quando os cabides viram objetos de decoração na vitrine, ainda mais utilizados de maneira tão diferente. Anthropologie, mestra em transformar materiais comuns e de uso cotidiano em objetos maravilhosos para vitrine, já trabalhou com cabides de diversas formas: forrados, formando a saia de um dos manequins, pendurados por fitas coloridas (como vemos abaixo) e até mesmo dentro da loja, formando uma espécie de “esqueleto” (bom, pelo menos nós achamos meio parecido! hehehe).

Anthropologie: cabides formando uma espécie de mosaico

Nesta outra vitrine, os cabides aparecem pendurados e também na saia do manequim

No interior de uma das lojas da Anthropologie, a estrutura feita com cabides nos lembrou um esqueleto

Essa vitrine com cabides forrados, também da Anthropologie, ficou perfeita!

Dentre tantas opções, a vitrine que mais nos chamou atenção foi a que aparece abaixo, pela semelhança com a vitrine montada na Richards. De qualquer forma, adoramos o resultado, que definitivamente chama bastante atenção.

Anthropologie

Anthropologie

Richards

Fotos: Reprodução, Acervo Âme Consultoria

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Que tal fazer uma viagem ao redor do mundo através das vitrines?

Globo feito com rolhas de garrafa na vitrine da Anthropologie

Tommy expandiu sua marca e mostra seu espírito global na vitrine

Moschino pontua o mapa mundi com sapatos

Em outra vitrine, Moschino mostra looks para circular em algumas das principais capitais fashion do mundo

Postal vintage na vitrine da Gucci

Fotos: Reprodução

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Vamos relembrar vitrines inspiradas no delicioso universo do chá?

Na Agent Provocateur, duas tradições inglesas inspiraram a vitrine acima: o chá e o casamento real de William e Kate

Na Anthropologie, saquinhos de chá coloridos foram uma cortina

Em outra vitrine da Anthropologie, a aposta foi em xícaras formando um objeto ao fundo da vitrine

Na Topshop, várias xícaras decoraram a vitrine

Xícaras de chá e manequins usando vestidos com estampa liberty. Very british!

Na Printemps, a vitrine inspirada em "Alice no País das Maravilhas" fez menção ao chá servido pelo Chapeleiro Maluco

Mais uma vitrine da Printemps que, assim como a vista acima, remete ao chá do Chapeleiro Maluco

 

Fotos: Reprodução

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O verão europeu já  foi embora e todas as vitrines estão comemorando a chegada do outono. Contudo, não poderíamos deixar de mostrar as vitrines SENSACIONAIS  da Anthropologie para a temporada primavera-verão 2011. Sempre com um toque artesanal e feitas com materiais de baixo custo e reciclado, a cenografia da marca nunca passa em branco e encanta por sua simplicidade e impacto.

Parece um adesivo, mas na verdade...

...é uma espécie de renda, toda feita com papel recortado.

Acima, padrões geométricos que nos lembram flores

Tudo feito, novamente, com papel.

O painel acima foi feito com...

...molduras de quadros pintadas em cores vibrantes!

De longe, até parece que foram usados pedaços de azulejos, mas de perto...

...vemos que o mosaico foi formado por pedaços de madeira coloridos!

Fotos: Anthropologie

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