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Posts Tagged ‘Dover Street Market’

Aqui em Londres é praticamente impossível fotografar interiores, mas conseguimos conferir algumas vitrines e detalhes bem diferentes. Em breve teremos mais fotos. Aguardem!

Nesta loja de sapatos próxima a Harrods, os displays eram divãs e banquinhos forrados com veludo

"A Crystal Christmas" é o tema das vitrines natalinas da Harrods, inspiradas nos cristais Swarovski. Em várias vitrines vemos displays em movimento e tudo é ricamente decorado.

Ainda na Harrods, muito champanhe na vitrine lateral.

O terceiro andar da Harrods abriga a exposição "Inspiring Morocco", com produtos importados do país e VM maravilhoso. Uma outra vitrine na entrada lateral anuncia esse evento.

Dentro da Harvey Nichols, flocos de neve em diversos tamanhos e feitos de isopor decoram o teto e displays nas laterais das escadas rolantes

A vitrine da Oasis joga uma luz no armário das consumidoras

Na Diesel da Carnaby Street, os enfeites de Natal estão discretos e em tons metálicos

Vitrine Ben Sherman, com display móvel (como numa lavanderia). As roupas giram em determinado momento, sendo possível vê-las de frente.

Vitrine Anthropologie, na Regent Street

Dolce and Gabbana, na Bond Street

Detalhe da vitrine Dolce and Gabbana

Vitrine Alexander McQueen, na Bond Street

Na Dover Street Market, fotografar é proibido. O VM é maravilhoso, misturando displays feitos em madeira, metal e outros materiais. Várias marcas internacionais têm corners especiais na loja, que foi idealizada por Rei Kawakubo.

Vitrine Acne

Detalhe da vitrine Acne e um pouquinho do interior

Display de uma loja que vende roupas inspiradas no universo gótico (Stables, Camden)

Ao invés de manequins tradicionais, essa lojinha apostou em esqueletos. Também gostamos da camiseta "emoldurada".

American Apparel, na Camden High Street

 

Fotos: Âme Consultoria

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Quando você entra na Limelight Marketplace, sente que o lugar já abrigou algo especial antes. Bem, tendo em vista os arcos góticos no teto, fica fácil dizer que lá já foi uma igreja episcopal. Contudo, não se deixe enganar achando que o lugar é abençoado somente por alguma presença espiritual. Quem gosta de festas, música e estilo sabe que a Limelight Marketplace também foi o lar da famosa boate The Limelight durante os anos 80, que era praticamente o lar de  Michael Alig, James St. James e vários outros club kids, cuja história de festas, glam, abuso de drogas e assassinato (sim, Alig foi acusado e condenado pelo assassinato do seu traficante) virou enredo do filme Party Monster . A boate fechou as portas em setembro de 1995 e, em 2003, reabriu com o nome de Avalon, para fechar novamente em 2007.

O exterior do atual Limelight Marketplace, o mesmo de quando a construção abrigava a boate The Limelight

O Limelight Marketplace abriu suas portas em 7 de maio de 2010, transformando a construção de 163 anos numa meca do luxo acessível, com 3 andares que abriga mais de 60 marcas e negócios diversos, de produtos orgânicos a jóias (inclusive com presença brasileira em dois segmentos: no primeiro andar encontramos a marca brasileira Havaianas e no terceiro piso, o salão das brasileiras internacionalmente conhecidas ,J. Sisters).

Foto do primeiro piso do novo Limelight Marketplace, com destaque para a brasileiríssima Havaianas

 O escritório responsável pela reformulação do ambiente foi o Mansour Design, que preservou a circulação do interior do edifício, além de vários elementos originais, como os arcos ogivais no teto e a rosácea (que virou, inclusive, a logo do novo empreendimento). A inspiração foi no clima europeu de espaços comerciais, principalmente os do Reino Unido, como Dover Street MarketBurlington Arcade, que aproveitam estruturas tradicionais e as trazem para a era moderna, com pequenos espaços comerciais que trabalham com estoques bem editados e, assim, garantem boa rotatividade dos produtos e excelentes resultados por metro quadrado. Além disso, as depesas fixas são baixas (energia e outros estão incluídos, as ilhas de saída com caixas são de uso comum, e as sacolas e gift cards são da marca Limelight Marketplace), o que ajudará novos empresários a ter sucesso em seus empreendimentos.

A entrada do Limelight Marketplace. à direita podemos ver a logo da marca, inspirada na rosácea encontrada na construção de 163 anos, cujo prédio originalmente era uma igreja episcopal

Outra grande preocupação na adaptação da estrutura para abrigar o pólo comercial foi a conservação de elementos originais da construção, uma catedral gótica de 1860, adornada com vitrais ingleses pintados à mão em suas janelas e trabalhos esculpidos em pedra.  As janelas, que antes estavam cobertas por quatro camadas de drywall e isolamento acústico, herança dos tempos nos quais a construção abrigou uma boate, foram redescobertas e integradas ao novo projeto de aproveitamento do espaço, que foi norteado pelas descobertas feitas durante a reforma do prédio que, anteriormente, abrigou a famosa boate.

Detalhe de um display de jóias, com os vitrais ingleses, originais da construção de 1860 e que estavam encobertos antes da reforma

Fotos: Mansour Design e New York Times

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