Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘fashion’s night out’

O evento Fashion’s Night Out no Japão foi comemorado no dia 5 de novembro e teve como tema “Fashion Unites for Japan” (Moda se une pelo Japão). Uma das parcerias que surgiu foi entre as marcas Lanvin e Pierre Hermé Paris. Quer coisa melhor do que moda e macarons franceses, os últimos em embalagens de edição limitada? Aliás, tais embalagens foram criadas especialmente por Alber Elbaz, diretor criativo da Lanvin, que combinou as cores dos macarons com as das ilustrações. Fofo demais!

Fachada da loja Pierre Hermé, em Tóquio

Macarons coloridos e gigantes combinados com os tradicionais displays em formato de caixa da Lanvin

Acessórios Lanvin combinados com as caixas de edição limitada

 

Fotos: Reprodução

Read Full Post »

Gisele Bündchen é a modelo brasileira mais famosa e badalada da atualidade. Seu sucesso é internacional e não foram poucas as marcas que já se valeram de seu carisma e beleza para divulgação de produtos e serviços.

Hoje a modelo fará parte de uma apresentação ao vivo na vitrine da flagship store da C&A, em São Paulo. O mais legal é que o evento está sendo transmitido ao vivo pela empresa (basta clicar aqui para assistir todos os momentos).

À esquerda, foto da campanha de lançamento da mini coleção assinada por Gisele para a C&A; à direita, detalhe da fachada da flagship store da C&A no Iguatemi, em SP

Não é a primeira vez que a supermodelo faz uma parceria com a C&A, mas a novidade é que, agora, ela assinará uma minicoleção, seguindo a linha das parcerias com cantoras e estilistas famosos (como Stella McCartney e Christina Aguilera). Lá fora, Gisele também é o rosto da campanha de primavera da H&M (e o melhor de tudo é que o VM de algumas lojas H&M foram inspirados em fotos da campanha, sem falar nos manequins, que ganharam perucas para se parecer com Gisele!).

Detalhes do VM da H&M, com fotos da campanha estrelada por Gisele Bündchen e manequins com perucas louras

Sobre a iniciativa da C&A em promover algo diferente, só podemos aplaudir. É sempre muito bom quando marketing e visual merchandising trabalham unidos para promover produtos e serviços e todo mundo sai ganhando: a empresa vende mais, a marca se torna mais simpática aos olhos do consumidor (além de ganhar mídia espontânea e gratuita) e este, por fim, pode apreciar uma forma de entretenimento diferente. Lá fora, durante o evento Fashion’s Night Out, promovido pela Vogue, em parceria com diversas marcas famosas, as vitrines vivas foram destaque (falamos sobre isso aqui, lembram?) e, recentemente, divulgamos também que Daphne Guinness, musa do falecido Alexander McQueen, pretende fazer uma performance na vitrine da Barneys.

Fotos: Vimer, reprodução

Read Full Post »

Durante essa semana comentamos sobre a reabertura da loja da Chanel no SoHo, durante o evento Fashion’s Night Out. A maior atração da loja, no entanto, não era a linha de maquiagem desenvolvida e vendida lá com exclusividade. O que nos chamou atenção, claro, foi um enorme display de quase três metros de altura, no formato do frasco do perfume Chanel No.5, em acrílico e iluminado com LED. Trata-se de um display especial, através do qual serão transmitidos os desfiles da marca e vídeos artísticos produzidos e dirigidos por Karl Lagerfeld, diretor criativo da Chanel.

A partir disso, constatamos a importância, para a marca, do produto Chanel No.5 e como a imagem do frasco do perfume tornou-se um ícone, para sempre associado a seus valores e ao que ela representa. Na nossa opinião, Chanel é provavelmente a marca que mais explora, principalmente em vitrines e na cenografia de seus desfiles, os ícones através dos quais sempre será lembrada, afinal eles ilustram sua história e se confundem com ela: bolsa de matelassê com alça de corrente, bijuterias de inspiração bizantina, colares de pérolas, broches em forma de camélias brancas, blusas com listras horizontais, os dois “c” entrelaçados, frascos de Chanel No.5, entre outros.

Alguns estudiosos de moda e consumo apontam que esse trabalho com ícones e história da marca é devido ao momento de crise econômica pela qual passamos, que desencadeou uma queda no consumo, abrindo as portas para o culto ao minimalismo. Com certeza achamos que a análise é pertinente, entretanto temos que lembrar que não é de hoje que Chanel explora sua própria história em vitrines, cenografias de desfiles e lançamentos de produtos.

Vitrine da Chanel, na qual vemos displays em forma de frascos do perfume Chanel No.5

Na vitrine de acessórios, os frascos são esculturas que ajudam a criar a atmosfera perfeita para exposição de bolsas e colares da marca

Assim, a marca se fortalece e reforça sua identidade visual e valores na mente dos consumidores e admiradores ao redor do mundo através de um processo de retroalimentação positiva (procedimento através do qual parte do sinal de saída de um sistema é transferida para a entrada deste mesmo sistema, com o objetivo de diminuir, amplificar ou controlar a sua saída; no caso de retroalimentação positiva, temos uma ampliação da saída do sistema), através do qual amplia constantemente não apenas da venda de produtos da marca e sua base de admiradores, mas principalmente sua influência dentro do próprio universo das empresas de moda. O consumidor é rei (na vitrine, o manequim até usa uma coroa de papel, olhem bem esse detalhe), mas gravitando ao seu redor só existe o universo da própria Chanel, nada mais.  

Ao redor do consumidor-manequim, gravitam ícones da marca Chanel

É como se Chanel trabalhasse uma espécie de profecia auto-realizadora, que é uma expectativa ou um pré-conceito que se cria de algo ou de alguém e, mesmo que ela seja errônea ou diferente da vontade do próprio indivíduo em questão, pode se concretizar. Ou seja, sempre tivemos uma determinada percepção de Chanel (a marca da camélia branca, das pérolas, da bolsa de matelassê com alça de corrente dourada, dos sapatos bicolores), muito iconográfica e ligada aos produtos desenvolvidos ao longo de anos de construção da marca e isso jamais poderia ser deixado de lado, nem mesmo agora, em pleno século XXI. Chanel, apesar da presença de Karl Lagerfeld e seu esforço para torná-la uma marca contemporânea, sempre terá em nossas mentes conexão com elementos que viraram clássicos. E  usar um clássico, hoje, é um ato que demonstra atitude, posicionamento arrojado, capacidade de fluir entre passado e futuro, construindo um presente mais rico e divertido. Então, por que não explorar essa visão do consumidor em vitrines e desfiles marcados por versões gigantes de seus principais produtos-ícones? A marca trabalha essa imagem, mas sempre dentro de seus próprios parâmetros e interesses.

Fotos: Journal des Vitrines

Read Full Post »

A loja Chanel, no SoHo, reabriu semana passada (dia 09/09), um dia antes do evento mundialmente badalado Fashion’s Night Out (10/09). Depois de cinco meses fechada para reformas, a loja abre novamente suas portas aproveitando a passagem de Karl “Kaiser” Lagerfeld por Nova Iorque, onde recebeu o prêmio Fashion Visionary Award do Couture Council.

Poster anunciando a reabertura da loja do SoHo

Com a colaboração do parceiro de longa data da marca, Peter Marino (também responsável pela maravilhosa flagship store da Louis Vuitton em Londres, que mencionamos aqui), a nova loja-galeria apresenta os tradicionais produtos Chanel (alguns deles exclusivamente vendidos só nessa loja), além de trabalhos dos artistas Alan Rath, Gregor Hildebrandt e Robert Greene, num verdadeiro mix entre moda, arte e entretenimento no ponto-de venda.

Visão parcial do interior da loja Chanel no SoHo, projeto de Peter Marino

É fundamental destacarmos que a associação moda-arte é uma excelente forma de posicionar os produtos de luxo no inconsciente dos consumidores como “pequenas obras primas”, o que reforça a idéia de exclusividade e, de certa forma, ajuda a justificar os altíssimos preços dos produtos à venda. Além disso, como já comentamos tantas vezes, não existem mais, pelo menos no exterior, espaços comerciais que sejam apenas pontos-de-venda de produtos. Ninguém mais quer sair de casa apenas para comprar. Os consumidores querem diversão e interação, afinal se for para comprar um produto sem emoção, é mais fácil fazê-lo via internet (e com Net-a-Porter, além das lojas virtuais das próprias marcas de luxo, isso não é mais um problema).

Uma das principais atrações da loja, além das linhas exclusivas de produtos e obras de arte, é um imenso frasco de Chanel No.5, com mais de 3 metros de altura, todo feito em acrílico e iluminado com LED, onde os clientes poderão ver as imagens dos desfiles da Chanel em Paris, além de video art do multitalentoso Karl Lagerfeld.

Tela de plasma? Isso é para lojas comuns. Na Chanel os desfiles e video art são transmitidas num frasco de Chanel No.5

Sempre adoramos como a marca Chanel é gerenciada, com ênfase em sua própria história, símbolos e ícones, misturando com perfeição tradição e contemporaneidade, o que confere vida nova a produtos que estão no mercado há muitos anos, como o perfume Chanel No.5. Muitas são as histórias e mitos sobre o lançamento do perfume e seu frasco, o que, diga-se de passagem, é outra característica de Chanel: toda sua trajetória é um verdadeiro mistério e nunca saberemos com certeza o que se esconde atrás de cada criação. Talvez por isso seja uma marca tão desejada e celebrada até hoje, com tantos fãs. 

Frascos do perfume Chanel No.5, na versão pop art de Andy Warhol

Tudo sobre a loja da Chanel no SoHo está aqui. E para entender melhor como o frasco de Chanel No.5 é importante para a história da marca e marca presença no inconsciente de seus consumidores, basta clicar aqui para ver imagens do lançamento inovador do perfume Eau Première, uma verdadeira experiência de marketing sensorial.

Fonte: Hint

Read Full Post »

O evento Fashion’s Night Out  é uma iniciativa global criada para celebrar a moda, reconquistar a confiança dos consumidores, movimentar a economia e injetar um pouco de diversão na hora de comprar. Durante uma noite em setembro, em 12 cidades ao redor do mundo, designers, celebridades, modelos e editores de moda se reunem em diversas lojas, que ficam abertas até mais tarde, e participam de diversos eventos. As vendas aumentam, novos consumidores aparecem e a atmosfera fica mais divertida e leve, como numa festa.

A logomarca do evento Fashion's Night Out desse ano, que além de promover eventos diversos com personalidades da indústria da moda, já oferece uma linha de roupas, com t-shirts e agasalhos

 É o momento perfeito para chamar atenção para sua própria marca e ousar, apostando em vitrines diferenciadas, temáticas e dramáticas, que se destaquem e ofereçam, ao mesmo tempo, algum tipo de entretenimento para quem participa e se envolve com os eventos ao redor da cidade.

A marca Gant, por exemplo, voltada para o público masculino, fez a alegria das mulheres que levam seus namorados, maridos e amigos às compras: todas as vitrines da sua flagship store na Quinta Avenida mostravam manequins vivos. E não eram quaisquer manequins, mas modelos que pareciam jogadores de lacrosse (aliás, o esporte é a principal inspiração da coleção de outono-inverno 2010 da marca) e tomavam banho (SIM, TOMAVAM BANHO, USANDO APENAS UMA SUNGA) em plena vitrine. Provavelmente o maior “bapho” do Fashion’s Night Out em Nova Iorque!

Modelos encarnaramjogadores de lacrosse, num vestiário após jogo. Eles tiravam as roupas e tomavam banho, só de sunga, para a alegria das mulheres que tiraram muitas fotos!

A expressão de felicidade no rosto das meninas já diz tudo: com certeza os namorados, amigos e até os pais ganharão presentes da Gant de aniversário e Natal este ano!

A Escada também apostou em manequins vivos, só que bem comportados. Talvez não cause tanta polêmica, nem chame tanta atenção quanto as vitrines da Gant, mas ainda assim criar um certo impacto, pois não estamos acostumados a ver nada se mexendo além do vidro.

Modelos vivos na Escada, só que bem comportados

 Já a Hugo Boss apostou num show burlesco para atrair a atenção dos seus consumidores. Sedução à moda antiga que voltou a nos encantar graças à Dita von Teese.

Show burlesco na vitrine da Hugo Boss

Parece que a The Body Shop, Louis Vuitton e Bloomingdales também fizeram vitrines diferenciadas, mas não conseguimos fotos. Alguém sabe, alguém viu?

Read Full Post »