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Posts Tagged ‘hermès’

Detalhe de uma loja de sapatos femininos

Gucci

Display da Gucci

Vitrine Bottega Veneta

Detalhe na Bottega Veneta

Prada

Vitrine Chaumet

Vitrine Dior

Macaquinhos e foca na vitrine da Louis Vuitton

Ratinhos na Louis Vuitton

Equilibrista na Louis Vuitton

Burberry

Burberry

Vitrine Hermès

Hermès

Hermès

Moschino

Michael Kors

Mulberry

Vitrine Pronovia, só de vestidos de noivas

Ermenegildo Zegna

Ermenegildo Zegna

Vitrine Myla, só de lingerie

Detalhe para entender como funciona o display

Emporio Armani

Mulberry, St. Christopher's Place

Marimekko, St. Christopher's Place

Vitrine da Other Criteria, do artista Damien Hirst

Fotos: Âme Consultoria, diretamente de Londres

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I’m blue“, dizem os povos que falam inglês. Mas você conhece o significado dessa expressão? Ela tem origem no sentimento dominante do blues, antigo ritmo criado pelos escravos negros dos Estados Unidos, e significa estar pra baixo, triste. Por outro lado, a cor azul também pode significar beleza, magnitude e está associado ao céu e ao mar.

O significado das cores e seu impacto é muito estudado e ainda existe muita polêmica, em parte porque ainda não se consegue investigar o impacto psicológico das cores de maneira científica. Além disso, embora exista consenso sobre a propriedade de certas cores, ele varia conforme a época, a cultura e a religião. Por exemplo, o verde é a cor do Islã; o branco representa luto para alguns povos orientais; o vermelho representa boa sorte para os chineses e, atualmente, é associado à luta de vários povos por justiça e igualdade. O roxo, no Brasil, era ligado à morte por causa da religião católica e da Quaresma.

Além disso, as cores podem ter sua percepção alterada se combinadas a outros estímulos, como a textura: uma cor fria, combinada à uma textura rústica, pode denotar a sensação de conforto e tornar ambientes mais aconchegantes (e quantas vezes não vimos isso nas vitrines e interiores de Anthropologie?). Segundo Lilian Ried Miller Barros, fundadora do Universo da Cor (SP), não se pode analisar apenas a influência isolada de cada cor. É importante estudar a composição do cenário como um todo num determinado ambiente, especialmente suas nuances e contrastes. “Ambientes com fortes contrastes entre as cores nos deixam mais despertos e alertas, enquanto contrastes suaves nos provocam a sensação de relaxamento”, afirma Lilian.

Em tempos de color block e rejeição dos consumidores de peças de roupa tingidas por pigmentos nocivos aos seres humanos e ao meio ambiente, é cada vez mais importante investir no estudo das cores para desenvolver uma identidade visual adequada, a fim de que todos possam decodificar a mensagem que marcas de produtos desejam transmitir.  Estudos de universidades norte-americanas apontam percepções dominantes associadas às principais cores, apesar das variações de acordo com cultura e religião. Reproduzimos, abaixo, os resultados da pesquisa e acrescentamos alguns informações sobre o uso das cores na moda e em vitrines. Vamos conferir?

1 – Verde

Sensação de frescor. Associado à relva, mata, ar puro. Representa paisagens naturais, palmeiras, liberdade, abertura, porém carrega consigo a impressão subjetiva de angústia e autocontrole. Na moda, aparece muito em coleções de inspiração tropical e militar. No Brasil, a marca Osklen usa a cor em sua sinalização de liquidação.

A combinação com outras cores, objetos e estímulos já altera o impacto da cor verde

2 – Branco

Sensação de luz-espaço. Associado à neve, clara de ovo, papel, arroz, vestido de noiva. Representa paz, harmonia, pureza, limpeza. Sua impressão subjetiva está relacionada à inibição dos impulsos, bloqueios e perturbação. Na moda, além de representar pureza e  noivas, está associado ao minimalismo, às festas de final de ano, à classica tshirt, além de lingerie e camisas masculinas. Nas vitrines, é a cor da virada de ano e também é muito usada, em várias nuances e combinada com texturas, para criar ambientes aconchegantes e com ar vintage.

Martin Margiela explora muito o branco em suas lojas. Seus funcionários usam jalecos brancos, como cientistas em laboratórios.

Gelo, neve, "White Christmas"

O branco também ajuda a criar contraste

3 – Vermelho

Sensação de euforia, exaltação, calor. Associado ao sangue, boca, maçã, morango, pimenta, Ferrari e Papai Noel. Representa perigo, desejo, força, paixão, fogo e sexo. A impressão subjetiva é de agitação, impulsividade e agressividade. Na moda, lembramos logo de Valentino e seus inesquecíveis vestidos vermelhos; das solas dos sapatos Louboutin; de peças sensuais de lingerie; de luxo e sofisticação. Nas vitrines, sem dúvida, é a cor do Dia dos Namorados, do Natal, do Dia das Mães e, principalmente, das liquidações.

Vitrine Louis Vuitton, com fundo vermelho em contraste com as gaiolas douradas

Vitrine de Dia dos Namorados

Vermelho é, sem dúvida, a cor mais comum na hora de anunciar liquidação

4 – Azul

Sensação de frio, imensidão. Associado ao céu, mar e firmamento. Representa magnitude, dignidade e beleza. Causa a impressão subjetiva de supercontrole e negativismo. É a cor do jeans (indigo blue), muitos presente também no estilo navy e, quando combinado com tons terrosos, vermelho e dourado, confere a sensação de sofisticação. Muito em voga nos últimos anos devido à inspiração nas obras do artista Yves Klein.

5 – Laranja

Sensação de vigor, vitalidade, fulgor, intensidade. Associado ao outono, laranja, girassol, cenoura, gema de ovo e Dia das Bruxas. Representa poder, exuberância, calor, ingenuidade. Impressão subjetiva de criatividade, entusiasmo e inquietude. Na moda, é muito utilizada em roupas infantis, street wear e nas vitrines de Halloween. É a cor das embalagens da marca Hermès.

6 – Amarelo

Sensação de vitalidade, brilho, luminosidade, está associada ao sol e ao ouro. Representa prazer, riqueza e nosso país. Impressão subjetiva de alegria, disposição, ambição e medo. Na moda, aparece associada ao sol, ao limão (principalmente quando na versão neon) e mostarda e é bastante usada como “pontos de luz” em looks (bolsas, cintos e bijuterias amarelas  e douradas sempre ficam lindas quando combinadas com outras cores).  Muito usada nas vitrines de verão e, recentemente, naquelas decoradas com post-it (dizem que a cor amarela aumenta a concentração).

7 – Roxo/Lilás/ Magenta

Sensação de suavidade, profundidade. Associado ao violeta e ametista. representa magia, luxo e esoterismo. Provoca impressão subejtiva de inquietação, intuição, profundidade, introversão e labilidade afetiva. Nos tempos antigos, roupas tingidas com este pigmento eram caríssimas e, portanto, apenas os muito ricos podiam usá-las. Hoje em dia é bastante usada em roupas de festa, em diversas nuances.

8 – Preto

Sensação de escuridão-espaço, está associado à noite, ébano, carvão. Representa a morte, noite, sombra, autoridade, vazio e sofisticação. A impressão subjetiva é de tristeza, melancolia e depressão. Na moda, certamente está associado ao minimalismo, à sofisticação e sensualidade, sendo muito usada em lingeries e vestidos de festa. É a cor do couro, do fetiche e das roupas mais tradicionais. Karl Lagerfeld se veste apenas usando as cores preto e branco (aliás, o duo preto-branco ou preto-creme nos remete à marca Chanel). Costuma aparecer muito nas coleções de inverno ao lado do cinza.

Preto e branco na vitrine de inspiração fetichista da Louis Vuitton

Vitrine de Natal toda preta!

Preto e branco: minimalismo e elegância

Fonte: Revista Planeta, novembro de 2011, edição 470

Fotos: Reprodução

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O que há de comum entre a vitrine da Hermès e o trabalho de Nike Schroeder? Ambos usam fios, muitos deles, para criar imagens. Referência ou coincidência? Não sabemos dizer, mas ambos são muito interessantes e merecem destaque.

Dois exemplos do trabalho de Nike Schroeder, feito com fios coloridos e pretos

Mais trabalhos de Nike Schroeder

Detalhe da vitrine Hermès

Vitrine Hermès

Fios formam tesouras, bobinas e fitas métricas, sempre evocando o perfil "artesanal-contemporâneo" que a maison francesa explora atualmente

Fotos: Nike Schroeder, VM

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Para quem achou que falaríamos novamente sobre o episódio da fachada da loja Hermès grafitada por Kidult, uma novidade que também está relacionada ao universo do grafite, mas não envolve nenhum tipo de protesto.

A tradicional marca de luxo francesa convidou o artista francês Cyril Phan, mais conhecido como Kongo para criar a série “Grafiti“. Segundo a assessoria da marca, o objetivo é integrar a arte urbana como uma ferramenta de exploração do universo artesanal (palavra que, aparentemente, tornou-se uma das favoritas da empresa, usada em propagandas impressas e até em algumas vitrines).

Lenços de seda estampados por Kongo

 

Fotos: Reprodução

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…um final de semana lúdico, como essa vitrine da Hermès.

As vitrines que, juntas, formam uma espécie de "parada militar" da Hermès

Vitrine Hermès, com referências às paradas militares, mas de uma forma muito fofa

Vitrine Hermès

Vitrine Hermès

Fotos: Journal des Vitrines

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Se você ainda não conhece Kidult, melhor começar a se informar. Enfant terrible do grafite, segundo ele mesmo, o artista começou a espalhar suas criações pelas ruas de Paris e NYC aos 12 anos de idade e, atualmente, sua indignação com o cunho comercial que deram ao movimento o levou a agir de uma maneira que muitos classificariam como vandalismo.

Kidult, artista de grafite

Recentemente o artista “assinou” as vitrines de marcas de luxo, como Kenzo, Colette, JC/DC, Agnes B., Louis Vuitton e até Hermès. Segundo Kidult, todas as marcas usaram a cultura do grafite com cunho comercial, iniciando uma tendência com o objetivo único de lucrar. “Se essas marcas realmente gostam de grafite, eu apenas dei a elas o que gostam, então não importa se é bonito ou feio. Precisamos fazer com que essas marcas parem de impor uma cultura que pertence a todos nós”, declarou o grafiteiro.

Assinatura do artista na porta da Goyard

Vandalismo ou arte, eis a questão. Por aqui, ficamos impressionadas com a ação do artista nas vitrines (afinal, vivemos falando sobre elas todos os dias). Entendemos a revolta, mas também sofremos ao ver nossas queridas vitrines se transformarem em alvos. Ironicamente, achamos que Kidult escolheu a forma certa de protestar, afinal as vitrines são as janelas das marcas para o mundo e, agora, elas servem de suporte também para a indignação do grafiteiro.

Na Hermès

Na Agnes B.

Na JC/DC

Para saber mais sobre o artista, conhecer suas idéias e vê-lo em ação, basta assistir aos vídeos abaixo.

http://vimeo.com/24246227

 

Fotos: SP DREAMERS, Oyster Mag, High Snobiety

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O clima artesanal invadiu as vitrines ao redor do mundo com força e chegamos até a falar sobre a tendência atelier por aqui (lembram?). O destaque dado ao aspecto feito a mão, ao  sob medida,  ao espírito artesanal e  ao vintage remete ao luxo, ao exclusivo e confere ares de preciosidade, além de render ótimas vitrines.

Abaixo, algumas vitrines que combinam agulhas, tesouras, boninas, máquinas e fios de uma maneira muito especial.

Bobinas na vitrine Hermès, formando réplicas dos objetos expostos

Da liquidação da Diesel, novelos, fios e tesoura se combinam

Bordados para os apaixonados na Tiffany & Co.

Moldes, bobinas e uma agulha gigante na Loewe

C&A, com fios coloridos, bobinas e máquinas vintage

Bobinas gigantes e coloridas na vitrine A|X

Na All Saints, as máquinas foram usadas no interior da loja e...

...também nas vitrines! Lindo,não?

Vuitton com suas bobinas de fios dourados

Fotos: Âme Consultoria, Journal des Vitrines, Fundamental Displays, Mes Vitrines NYC, I Spy, Vimer, Reprodução

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Usar miniaturas na vitrine é um recurso encantador e que sempre atrai muita atenção. Já falamos sobre as miniaturas da Tiffany & Co., da marca Antonio Bernardo, da H.Stern, da Kleinfeld Bridal, Uniqlo e até da Hermès.

Vitrine da Antonio Bernardo

Detalhe da Vitrine Uniqlo

Vitrine Tiffany & Co.

Vitrine H.Stern

Vitrine da Hermès

Vitrine da Hermès

Parece, contudo, que a marca que está apostando tudo nas miniaturas é a Louis Vuitton. Já vimos miniaturas de zebra e até mesmo da Rainha da Inglaterra, expostas na vitrine durante as festividades do casamento real de William e Kate (que aconteceu esse ano e inspirou muitas vitrines, como vimos aqui e aqui). Agora, a marca aposta em miniaturas de criadas, com uniformes bem tradicionais e que são uma gracinha!

Zebrinhas equilibrando as desejadas e coloridas bolsas LV

As Rainhas da Inglaterra em miniatura

No detalhe, vemos as Pequenas Elizabeths. É muita fofura!

Recentemente, as pequenas criadas tomaram conta das vitrines da LV

Será que veremos miniaturas por aqui também?

Fotos: Acervo Âme Consultoria; Haute World, The Dolls Factory, Welcome to Blue World, Alan Bennett Ilagan

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Na vitrine da Hermès, várias tendências apareceram misturadas (umas mais antigas, outras mais recentes). Prova de que, quando o projeto de VM é bem feito, ele funciona e causa impacto de qualquer maneira.

Primeiro, vemos braceletes gigantes, dentro da tendência que apontamos aqui, há algum tempo.

Braceletes gigantes

Em seguida, que tal uma dose de movimento, misturada com esculturas de animais na mesma vitrine? A opção da Hermès, é claro, foi um lindo e poderoso cavalo, tendo em vista a história da marca, diretamente relacionada ao ao universo da equitação.

Vitrine com efeito super dinâmico!

Por fim, que tal as esculturas de cachorros (tão fofas!) que viram displays diferenciados? Atenção para o detalhe da mão do manequim que segura a guia (um belo cinto Hermès) de um dos cachorrinhos.

Displays diferentes sempre chamam a nossa atenção

Fotos: Another Normal

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Hermès sempre fez questão de ressaltar o caráter artesanal da fabricação de seus produtos. O grande problema é que, às vezes, os consumidores associam o processo artesanal a algo ultrapassado, antigo. Para lançar sua coleção de acessórios, a marca francesa fechou uma parceria com o estúdio espanhol CuldeSac e, juntos, criaram o conceito de “artesanato contemporâneo“: em uma antiga casa, nove espaços foram decorados, criando ambientes e experiências diferentes (tudo, é claro, respeitando a história e os valores da luxuosa marca francesa). Assim, espera-se que os acessórios sejam vistos como objetos de arte atemporais.

Os lenços estampados, marca registrada da Hermès, flutuam como fantasminhas coloridos dentro de uma sala, apoiados sobre balões de gás. Neste ambiente, a trilha sonora é a mesma do espetáculo de balê “O Quebra-Nozes“.

Enquanto isso, em outro ambiente, marionetes de madeira formam um círculo ao redor de uma mesa, se movendo, em homenagem a Gepetto, artesão que cria Pinocchio, na história de mesmo nome. Definitivamente, todos os ambientes têm um toque de magia nos remetem as alegres memórias da infância. Uma experiência muito emocionante!

Além da magia e dos valores presentes no ambiente de um atelier, o projeto também visa ressalta a máxima do processo artesanal: dar vida a objetos especiais. Em um dos ambientes, vários acessórios estão expostos entre moldes, peças inacabadas, restos de tecidos e ferramentas.

O ritmo de cada ambiente, determinado pela exposição precisa dos acessórios, visa ressaltar o trabalho metódico e ritmado dos artesãos, pontuado por paciência, precisão e detalhe.  Por exemplo, no ambiente onde estão expostos os sapatos, escuta-se ao fundo o som de dois metrônomos, aparelhos normalmente usados por quem toca piano, visando marcar os compassos e andamentos (na foto, basta olhar ao fundo – eles estão apoiados sobre dois pilares brancos).


Também adoramos o ambiente no qual ficam expostas as bolsas e carteiras da marca, feitas a mão e tão delicadas e belas quanto as lindíssimas orquídeas que as circundavam.

No último ambiente, precária e propositalmente iluminado, o ponto máximo de toda a experiência: grandes caixas, normalmente utilizadas para transportar bens diversos, viram caixas de música gigantes, que escondem segredos em seu interior (por dentro, cada caixa é iluminada e seu tampo é espelhado, refletindo o seu conteúdo). Um momento de muita nostalgia e bastante convidativo ao sonho e à lembrança.

 

Uma verdadeira experiência de marketing sensorial!

Fotos: Dezeen

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