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Posts Tagged ‘Hong Kong’

Existem muitos motivos para visitar Hong Kong e a loja de Neil Barrett, com certeza, é um deles. Depois de “invadir” Milão e Tóquio, Neil Barrett inaugurou um novo espaço no shopping Landmark, na região de Sheung Wan. O interior, hipermoderno e elegante,  foi projetado pela starchitect Zaha Hadid, que já colaborou com marcas como Chanel e Melissa. Seu conceito é baseado na idéia de display landscape, segundo o qual cada objeto no interior da loja atua como uma peça de um quebra-cabeça, tornando-se parte de algo maior. A configuração zen do ambiente cria uma atmosfera espetacular de sobriedade e o contraste entre materiais e cores é bastante explorado: o mobiliário é todo branco, com detalhes cromados; as paredes são de concreto pintado de branco e, às vezes, forradas com espelhos; o chão é preto e impecável.

Atenção para o display na parede, à direita, que explora o conceito de movimento

O interior super minimalista e sofisticado da nova loja de Neil Barrett

O interior, amplo e sóbrio, oferece a última coleção outono-inverno da marca

Fotos: Superfuture

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… um final de semana marcado pelo espírito da sustentabilidade e inovação!

Para motivar vocês, que tal conferir a pop-up store da Marni, em Hong Kong? O foco da loja era justamente a ecologia e a sustentabilidade. O espaço, com 65 metros quadrados, foi projetado pelos italianos Marco e Saverio Lanza, que abusaram de materiais industriais disponíveis no local, como canos tubulares para fazer araras, enquanto os displays para acessórios foram feito de placas metálicas microperfuradas e pintadas, combinadas com displays de fibra de vidro. No interior da lojas, peças que se tornaram trademark ao longo dos anos de história da marca.

O ambiente é simples, além de transmitir uma sensação incrível de leveza e modernidade. E adoramos rever os manequins suspensos no interior e na vitrine (falamos sobre isso aqui e aqui, lembram?).

Atenção para o display de bolsa, feito com placa metálica

Painel de fibra de vidro para separar ambientes

Mais um belo exemplo de manequim suspenso

Fonte: Superfuture

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Emily The Strange é uma personagem criada no começo dos anos 90 por Nathan Carrico e que rapidamente tornou-se um ícone da contracultura, celebrando o individualismo e autoconhecimento. Cor de rosa é seu pior pesadelo. Ela adora matemática e ciência, usa o mesmo little black dress todos os dias, tem vários gatos pretos e curte rock e punk. Vários estilistas já prestaram homenagem à garotinha de 13 anos que representa a singularidade em cada um de nós, afinal não há nada mais chato do que sair por aí copiando os outros, não é? A prova é a matéria na revista V, com modelos caracterizadas à la Emily e usando criações de Chanel, Helmut Lang, Marc Jacobs, entre outros.

As Emilies da V Magazine, vestidas com black dresses de marcas famosas

Fofurices não são a cara de Emily

É claro que Emily fez o maior sucesso e começou a aparecer em camisetas, bolsas, adesivos e outros produtos por aí. Contudo, nunca tínhamos visto uma vitrine inteiramente dedicada à nossa  musa. Enquanto pesquisávamos em diversos blogs para fazer nossos posts sobre Halloween, tivemos uma agradável surpresa: fotos de uma loja em Hong Kong só para Emily. E temos certeza de que o Halloween é uma das datas favoritas dela! Olhem só que lindo…

Fachada da loja em Hong Kong

Manequim caracterizado de Emily, posters e produtos: tudo nas cores utilizadas por Nathan Carrico na criação da personagem

 Quem vai se fantasiar de Emily no próximo Halloween levanta a mão aí!

Fonte: Emily Strange Oficial BrasilIFashion 

Fotos da loja da Emily em Hong Kong: blog da Vimer

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Não vamos deixar de comentar grandes ações aqui só porque elas aconteceram ano passado ou há algum tempo. Ainda mais quando a ação envolve um mix de pop-up store e bar, patrocinado pela legendária Hermès! E, mais uma vez, a echarpe de seda, um dos ícones da marca, aparece em destaque (lembram da vitrine-instalação que falamos aqui?).

O exterior do Hermès Silk Bar

Detalhe do container que abrigou o Silk Bar

O pop-up bar/store abriu em outubro de 2009 em Hong Kong e tinha como objetivo compartilhar com seus consumidores e curiosos as diversas maneiras de se usar uma echarpe de seda da marca. A atmosfera aconchegante do espaço também era bem convidativa para sentar e relaxar um pouco, saboreando um dos coloridos drinks. E isso nós achamos incrível, pois ultrapassou as fronteiras de uma pop-up store comum e ofereceu algo mais aos seus clientes.

Uma das consultoras-vendedoras demonstrando uma das muitas maneiras de se usar uma echarpe de seda Hermès

O ambiente dentre do Silk Bar, decorado com echarpes multicoloridas

Os drinks coloridos, preparados para os visitantes do Silk Bar

 

Aqui você encontrará várias idéias para usar echarpes e lenços, ainda que não sejam da Hermès.

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EXTRA, EXTRA!!!!  Gareth Pugh inaugurou sua primeira loja no último final de semana, em Hong Kong, num dos distritos mais chiques da sofisticada cidade, onde também se encontram a Hermès, Ann Demeulemeester, a Maison Martin Margiela e a Comme des Garçons. Ponto para ele na escolha da localização, não é?

Gareth Pugh também foi ex-aluno da renomada Central Saint Martins College of Arts and Design

É claro que isso não significa que o príncipe das trevas fashionista tenha abdicado da sua estética gótica. Ele tão-somente elevou sua provocadora e sombria marca a um novo patamar. A loja em si parece ter sido construída dentro de uma enorme caixa preta, que lembra mais uma instalação de arte do que um calabouço sadomasoquista. As paredes parecem forradas de borracha preta, o que nos remete à estética do performático designer Leigh Bowery (que já serviu de inspiração para Gareth Pugh). Os provadores lembram celas de instituições psiquiátricas e são totalmente forrados por couro cinza acolchoado. Isso sem falar na fachada, que não tem vitrine alguma e também foi coberta por uma tinta preta que parece emborrachada.

A loja segue a estética gótica que influencia o trabalho do designer

Para arrematar o visual merchandising do local, várias telas de LED  transmitirão durante 24 horas filmes e outros projetos cinematográficos dos quais Pugh participa, além de seus desfiles e curtas, inspirados pelo projeto do fotógrafo da Vogue, Nick Knight. Pugh pensa em colocar uma câmera em seu estúdio, em Londres, conectada aos telões de LED em sua loja, para que imagens sejam transmitidas mesmo após o encerramento das atividades, mantendo uma espécie de comunicação com o público que estiver circulando pelas ruas.

Os telões de LED, que transmitirão imagens diversas 24 horas, inclusive do estúdio de Gareth em Londres

Durante a festa de inauguração, Pugh não confirmou os rumores de que poderia se tornar diretor criativo da Maison Thierry Mugler, afinal o momento pede sua total dedicação ao desenvolvimento da própria marca. Abrir uma loja neste momento não era prioridade do designer, mas o grupo varejista I.T, de Hong Kong, parece ter feito uma proposta irrecusável (para a nossa felicidade!).

Fontes: Hint Mag, Vogue UK 

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