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Posts Tagged ‘interatividade’

A Páscoa já passou, mas mesmo antes dela chegar, algumas marcas preferiram focar no Dia das Mães ao invés de apostar no evento marcado pela troca de chocolates e outras delícias. Andamos por aí e achamos algumas vitrines inspiradas pela data. Também encontramos algumas imagens de vitrines interessantes para homenagear as mamães queridas.

Vitrine Uncle K. : flores vermelhas com formato especial ao invés das tradicionais rosas vermelhas

Vitrine Maria Filó: letras em diferentes tamanhos combinando com a coleção de inverno - super tendência!

Vitrine Santa Lolla: manutenção da vitrine da coleção de inverno com corações em acrílico vermelho espalhados, dentro do espírito tradicional de Dia das Mães

Vitrine Hering (2008): recadinhos para as mamães na vitrine - interação com o consumidor

Vitrine de uma marca italiana: dizeres especiais sobre as mamães - simples e tradicional, ainda aproveita para informar ao consumidor sobre desconto especial

Vitrine de marca desconhecida: color block + neon + dia das mães - simples e dentro da tendência

Fotos: Acervo Âme Consultoria, Ispira, Fashion Bubbles e Necessário Experiência

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Já batemos nessa tecla aqui: interação, conteúdo colaborativo, prosumers. Todas essas palavras expressam conceitos sem os quais qualquer marca, hoje em dia, está fadada ao esquecimento. Tudo bem, isso pode até não acontecer do dia para a noite (ou talvez nem aconteça), mas com toda certeza qualquer marca que não permitir ao seu consumidor tomar as rédeas da criação do conteúdo por ela divulgado está sujeita a entrar para a categoria das marcas que não acompanham tudo o que é cool, moderno e de vanguarda.

A MINI, pensando nisso, resolveu apostar numa ação de publicidade bastante interativa: um outdoor projetado numa parede, no formato de uma vending machine, com a qual qualquer interessado pode interagir enviando um pequeno código via SMS. Assim, a pessoa pode escolher seu MINI favorito e… Bem, não vamos estragar a surpresa! Clique no vídeo abaixo e descubra você mesmo. E o mais legal é que a ação continua no Facebook: após interagir com a projeção, a pessoa recebe um SMS, convidando-o a conhecer a página da MINI na rede social mais badalada do mundo!

A criação é da agência Taxi, no Canadá.

 

 

Fonte: World of Ads

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Quem trabalha com desenvolvimento de produto vai amar essa novidade, que vem reforçar o que já abordamos aqui no blog ano passado: se a sua marca não dá espaço para o consumidor agir, participar ativamente, ela está condenada. Permitir que os consumidores participem da marca é um instrumento muito poderoso, como nos ensina Kevin Roberts, CEO da Saatchi & Saatchi. Quanto mais poder você dá, mais ganha em troca. Cria-se entre consumidores e marca uma sensação de intimidade, que vai da empatia (envolve ouvir sempre e cada vez mais seus consumidores), passa pelo compromisso (que, misturado com doses certas de fidelidade, origina uma fidelidade além da razão, como a dos consumidores da Apple) e, finalmente, vira paixão (assim como nos relacionamentos humanos, é a única força capaz de fazer com que os consumidores resistam a tempos difíceis, quando o bom senso lhes diz para mudar).

O estilista Derek Lam, ao fechar uma parceria inédita com a empresa eBay, declarou: “ter um diálogo direto e imediato com os internautas é o que faz a moda ser excitante e relevante nesse momento. A tecnologia do eBay me oferece uma oportunidade única e inovadora de alcançar clientes novos e os que já existem diretamente, e de criar a moda que eles desejam”.

Por essas e por outras, adoramos descobrir o site Garmz, cuja proposta até nos lembra o nacional Camiseteria. Funciona assim: o designer envia seu croqui para o site, que realizada um processo de votação online, aberto ao público. A Garmz incentiva seus leitores a compartilhar o conteúdo, para que outras pessoas possam participar da votação (e, ao fazer isso, a própria marca Garmz ganha em brand awareness e se torna mais relevante em buscas orgânicas feitas na rede). A peça mais votada é produzida pela Garmz e vendida pelo site da empresa. E a melhor parte vem agora: além de ver sua criação ganhar vida e ser divulgada globalmente, os lucros são divididos entre o criador e a Garmz.

Passo a passo, o site explica como funciona o processo

O compartilhamento de conteúdo só traz benefícios para a Garmz e para o próprio designer de moda

E aí, se empolgou? Então mande logo seu projeto para a Garmz. E depois não esqueça de nos contar o resultado!

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O crescente papel do Facebook no varejo foi um dos temas da National Retail Federation’s Innovate 2011 em São Francisco, semana passada. E enquanto muitas marcas acham que estão tirando o máximo proveito dessa mídia social através de fan pages e do fluxo de visitas via Twitter, estudiosos sobre o tema garantem que isso é apenas arranhar a superfície de uma ferramenta de grande potencial.

Já se fala em f-commerce, onde o “f” significa Facebook, como a nova fronteira. E não pensem que essa é uma realidade distante: créditos do Facebook, que são usados para compras virtuais de bens no site, não são vendidos apenas na forma de gift cards em lojas como  Target, Wal-Mart e Best Buy, também já são oferecidos aos clientes American Express como opção de prêmio.

Muitos varejistas desenvolveram sofisticadas estratégias de mídias sociais que estão trazendo mais do que fãs e seguidores para as empresas – elas estão definindo novos parâmetros e causando impacto.

O gerente de informação da Wet Seal (focada em roupas adolescentes), Jon Kubo, não dá a mínima para a fidelidade do cliente, que considera um conceito bastante vago. Para ele, o mais importante para obter resultados nas mídias sociais é garantir o envolvimento dos clientes, ou seja, manter um diálogo verdadeiro e virtual com os consumidores.

Os esforços da empresa incluem dar aos consumidores a possibilidade de desenvolver e recomendar looks numa espécie de competição online  e um jogo para iPhone que permite que consumidores gerenciem sua própria loja virtual da Wet Seal. Tudo começa com vídeos postados nas páginas do Facebook e YouTube que atraem 35 mil visitas. Ao envolver os consumidores em cada etapa do projeto, a empresa gera 100 mil visitas nas lojas, 300 mil visitas no YouTube e 10 milhões de posts no Facebook.

A estratégia interativa ajudou a Wet Seal a contabilizar 1,3 milhões de fãs no Facebook, colocando a empresa entre os 15 varejistas com mais fãs nessa mídia e chamando a atenção para a retenção e acúmulo de todos os “curtis” enviados diariamente. A idéia é saber exatamente o que chama a atenção dos fãs e o que eles gostam. E o que é melhor: toda essa movimentação é responsável por 20% das vendas online da Wet Seal, o melhor ROI (retorno do investimento) de um projeto tecnológico que a empresa já obteve.

Parece que nosso alerta para a importância dos prosumers e da interatividade não foi em vão, não é? Kubo ressalta que se a empresa não sabe que tipo de relacionamento quer ter com seus consumidores e que tipo de controle sobre a marca eles terão, simplesmente não tem um programa de mídia social.

A empresa Steve Madden, que fabrica sapatos femininos, lançou recentemente uma campanha para contabilizar 100 mil fãs no Facebook, oferecendo descontos para compras online e avisando aos clientes que se um deles liberasse seu código de desconto para outros, toda a promoção seria cancelada. Além de contabilizar os fãs necessários, a promoção gerou 200 mil dólares em vendas em apenas 15 dias.

Atualmente 32% dos usuários de redes sociais acessam páginas de empresas no Facebook e no Twitter pelo menos 1 vez ao mês. E nós damos nosso testemunho de que acessamos esse tipo de página diariamente. O mais importante é ter sempre em mente que, qualquer que seja a experiência ou canal oferecido ao cliente, o importante é que isso se converta em vendas.

Outra grande novidade é o Big Commerce, uma página no Facebook de uma empresa que oferecia seus serviços offline e agora lançou um aplicativo online através do qual qualquer empresa ou pessoa pode vender, comprar ou avaliar produtos. Para entender melhor como funciona o processo, basta assistir ao vídeo abaixo.

Empresas como a Levi’s já possuem uma loja dentro do BigCommerce chamada Friends Store, permitindo que os 400 milhões de usuários do Facebook compartilhem suas informações sobre as peças de roupa. Ao acessar a loja, qualquer usuário pode conferir quais são as peças mais votadas e, se desejar, entrar na brincadeira apenas clicando no botão “Connect with Facebook”. Automaticamente o Facebook mostra  seus amigos que também gostaram de algo da Levi’s e vocês começam a trocar avaliações.

Para entender melhor esse processo, que tal ver o vídeo abaixo? E vale lembrar que o que parece estranho pode virar realidade em breve: um recente acordo entre Facebook e PayPal aponta para o futuro das transações comerciais online, que por enquanto acontecem nos sites das empresas, mas em breve poderão acontecer através do próprio Facebook.

Fonte: Investors, Blog3

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O futuro do marketing de moda está na colaboração com seus consumidores. Integrá-los ao processo de criação e desenvolvimento de peças ou quem sabe até na produção das vitrines é uma maneira bem esperta de estar em contato com o consumidor, envolvê-lo com a marca, conhecê-lo melhor e, assim, conquistá-lo. Uma vez criado esse vínculo emocional entre marca e consumidor, o retorno na hora de consumir será mais positivo.

Achamos que essa será a próxima grande tendência na área de marketing. Já superamos a fase de customização e a interatividade está começando a se estabelecer numa “área de conforto” (aquele momento no qual a marca que ainda não adotou a tendência acabou ficando de lado na corrida pelos consumidores), que não pode mais ser apontada como inovação – já virou must do no varejo de moda.

Mas no que consistiria essa colaboração? Revendo nosso post sobre interatividade, citamos o caso da marca Connected Generation, que já trabalha o conceito de crowdsourcing, envolvendo seus consumidores no modelo de produção. No caso da Connected Generation, o processo funciona assim: a equipe de estilo captura looks bacanas pelas ruas e incentiva seus consumidores a fazerem o mesmo, enviando as fotos via internet. Depois é montada uma galeria virtual com as melhores fotos e os consumidores podem votar online e escolher as melhores, que servirão de inspiração para a equipe de estilo.

A interação e colaboração voluntária dos consumidores com certeza ajuda a aproximá-los das marcas e, segundo Kevin Roberts, CEO da Saatchi & Saatchi, cria-se entre eles uma sensação de intimidade, que começa na empatia (envolve ouvir sempre e cada vez mais seus consumidores), passa pelo compromisso (que, misturado com doses certas de fidelidade, origina uma fidelidade além da razão, como a dos consumidores da Apple) e, finalmente, vira paixão (assim como nos relacionamentos humanos, é a única força capaz de fazer com que os consumidores resistam a tempos difíceis, quando o bom senso lhes diz para mudar).

Recentemente foi a vez de Derek Lam assinar um contrato com o eBay para criar uma coleção exclusiva que será exibida durante o desfile dele, em fevereiro. Em seguida, os interessados votarão nos seus looks favoritos, contribuindo, assim, para determinar quais deles estarão disponíveis para compra. Segundo Lam, “ter um diálogo direto e imediato com os internautas é o que faz a moda ser excitante e relevante nesse momento. A tecnologia do eBay me oferece uma oportunidade única e inovadora de alcançar clientes novos e os que já existem diretamente, e de criar a moda que eles desejam”.

Crowdsourcing:o novo rumo das marcas de moda para fortalecer o contato com seus consumidores e garantir sucesso nas vendas já foi adotado pelo estilista Derek Lam, em parceria com eBay

O mercado de moda deve abrir os olhos e aceitar que o conceito tradicional de consumidor não existe mais. Agora todos nós somos prosumers, ou seja, um híbrido de producer (produtor) e consumer (consumidor), ou professional (profissinal) e consumer (consumidor). O termo, criado por Alvin Toffler, escritor de “A Terceira Onda“, define bem o papel do consumidor na sociedade pós-moderna e aponta o rumo que já está sendo seguido por muitas empresas internacionais do segmento de moda.

Outro exemplo interessante é o da Anthropologie, que se aproximou dos seus consumidores e fãs promovendo workshops sobre suas famosas vitrines de final de ano durante os meses de outubro e novembro. Os interessados poderão ajudar a equipe que cria e monta antecipadamente todos os displays e vitrines para uma das épocas mais especiais do ano. Muito legal!

Fonte: Blog Lilian Pacce, Orange Beautiful

Foto: She Finds

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Sim, é possível e a Gucci acaba de “inaugurar” a sua. Não pensem que a marca só está entrando agora para o mundo do e-commerce (ela já fatura desde 2002 com vendas online), mas sem dúvida esta é uma nova fronteira a ser explorada: o mundo das luxury digital flagship stores (lojas conceito digitais de luxo).

Gucci convida o mundo a conhecer sua flagship store digital

Frida Giannini trabalhou no projeto nos últimos 18 meses e lojas selecionadas “de concreto e tijolo” da Gucci terão uma espécie de vitrine virtual (através do uso de hologramas) e iPads para deixar os clientes por dentro das novidades digitais. Enquanto isso, a marca lançou o projeto Gucci Connect, através do qual eles planejam transmitir o desfile do dia 22 de setembro em Milão. Basta se registrar para ter seu e-ticket do Gucci Connect E-vent. Segundo o press release da marca, os convidados virtuais terão os mesmos privilégios daqueles que assistirão o desfile in loco, inclusive com “assentos virtuais” reservados e vídeos feitos através da webcam que poderão ser compartilhados – aliás, através da Gucci Connect Webcam, os convidados virtuais poderão se misturar aos principais compradores da marca e jornalistas presentes ao evento em Milão e em outras capitais.

Campanha da Gucci para Outono 2010

Não ficou muito claro qual é o diferencial da flagship store virtual (existe algum produto vendido exclusivamente online? Ou que tal promoções e conteúdo? Alguém sabe algo mais sobre esses detalhes?), mas sem dúvida alguma a interação dentro das lojas através dos iPads e vitrines de holograma será excelente para potencializar a interatividade com os consumidores no ponto-de-venda.

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A P&G (Procter & Gamble), detentora de marcas famosas como Gilette, Pantene e Oral-B, está com evento agendado para setembro em São Paulo. A empresa pretende inaugurar no Shopping Market Place seu primeiro espaço conceitual multiprodutos, batizado de P&G 5D Experience, com duração prevista de um mês (caso seja um sucesso, a experiência poderá ter sua permanência prolongada e a ação poderá acontecer também em outras regiões do país, ainda não reveladas). Não se trata de uma loja, pois os produtos não serão vendidos. Será mesmo um espaço dedicado à experimentação.

Trata-se de uma ação de marketing sensorial, marcada pela interatividade, que promete estimular todos os sentidos dos que participarem da experiência, que marcará a entrada no mercado brasileiro de marcas internacionalmente consagradas, como Olay, Head & Shoulders e Naturella. Além disso, a P&G pretende promever a associação na mente dos consumidores entre os produtos e a marca corporativa (e, é claro, aumentar sua participação no share geral dos mercados em que atua em 19,4%). Uma iniciativa similar foi feita no Canadá, mas apenas com foco em produtos de beleza. 

Algumas marcas que fazem parte do portfólio da P&G. Conhecem alguma(s)?

Por exemplo: o absorvente Naturella, que traz consigo uma idéia de conforto, terá em seu espaço uma cadeira onde o consumidor pode se sentar e, com um fone de ouvido e projetor de imagens, terá acesso a imagens e sons que tragam essa sensação. No caso de Olay, a experiência consiste em um equipamento que tira uma foto da consumidora e analisa a quantidade de rugas, sinais e sujeiras no rosto, para que ela saiba qual é o melhor produto para sua pele. Já Ariel, marca de sabão em pó, coloca o consumidor em uma cadeira, dentro de uma sala, onde ele terá a sensação de uma roupa dentro da máquina, com direito a cheiro.

Uma prévia do que será feito em setembro aconteceu ontem, no WTC Golden Hall, em São Paulo

Ontem mesmo a P&G  promoveu em São Paulo o P&G Experience, evento voltado para clientes, onde foram apresentados os lançamentos e um espaço conceito da P&G, com a exposição ideal de vários produtos.  A criação do P&G 5D Experience é de um pool de agências, entre elas Ponto de Criação e Newstyle.

O P&G Experience, que aconteceu em São Paulo. Em destaque, detalhes da experiência envolvendo as 3 marcas que serão lançadas no Brasil em breve: Naturella, Head & Shoulders e Olay (Fotos: Garotinha Juvenil)

 E atenção, leitoras, porque a Olay, marca líder de produtos para tratamento facial, é famosa por seus cremes que combatem o envelhecimento e preços que cabem em todos os bolsos (aqui no Brasil estima-se que o valor ficará entre R$20,00 e R$75,00). Fica a dica!

Fonte: Portal do Branding

Foto do evento e destaques: Garotinha Juvenil

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Todd Selby retratou interiores de casas, apartamentos, estúdios e ateliês de personalidades artsy sem retoque algum e convidou os proprietários dos espaços a preencher um questionário, para que cada um revelasse detalhes particulares e curiosidades sobre a relação estilo pessoal – espaço – criatividade. O projeto virou livro, que foi lançado em abril deste ano, mas antes disso, a Colette, sempre na vanguarda, conseguiu alguns exemplares em março e programou uma série de eventos envolvendo o lançamento do livro.

O mais bacana desse lançamento antecipado foi a vitrine-ambiente produzida pela Colette especialmente para o evento, na qual os clientes podiam entrar, relaxar um pouco, cantar num karaokê e folhear o livro (e comprá-lo, claro). Achamos a idéia simplesmente sensacional, ainda mais porque explora muitos sentidos ao mesmo tempo, como mencionamos aqui, fator indispensável quando a marca (no caso, a Colette) pretende desenvolver conexões emocionais com seus clientes, extrapolando os argumentos e benefícios racionais. Como diria Kevin Roberts, CEO da Saatchi & Saatchi, “os sentidos são a via expressa para as emoções humanas” e, com certeza, quem se emociona se torna mais “aberto” ao consumo.

Vitrine The Selby na Colette, totalmente interativa (março, 2010)

 

Outro ângulo da vitrine interativa

Como se não bastasse, a Colette promoveu o The Selby Shop, com lançamento do livro The Selby Paris (com edição limitada, lógico), exposição, venda de objetos correlatos e até mesmo projeção de um filme.

Detalhes da exposição e da pop-up store The Selby na Colette (março, 2010)

Fontes: fotos da vitrine, Blog 284; fotos do The Selby Shop na Collete e mais informações sobre eventos relacionados, aqui

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