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Posts Tagged ‘Londres’

Natal da Kew, Londres

Detalhe da vitrine acima

Vitrine Espirit, Londres

Detalhe da vitrine acima (fotos de pessoas com cartazes nos quais estão escritos seus desejos)

Vitrine Cos, Londres

Detalhe da vitrine acima

Fotos: Âme Consultoria

 

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Estamos indo para Londres e voltaremos em breve com muitas novidades!

Foto: Reprodução

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A primeira loja exclusiva da marca OPI foi inaugurada em Londres esse semana. A Colourcopia oferecerá, além de todos os esmaltes, em todas as cores possíveis, linhas de tratamento para mãos e corpo, rosto (linha Caviar) e produtos bronzeadores (linha Vita Liberata). E para quem quiser testar as cores, basta marcar uma hora no nail bar.

No geral, achamos que a loja deixou um pouco a desejar. Esperávamos algo mais colorido, mais… surpreendente. Adoramos o detalhe do nail bar, mas o único diferencial é que a loja oferece todas as linhas de produtos da marca num só espaço. Quando o assunto é merchandising visual e marketing sensorial ou marketing de experiência, Colourcopia ainda precisa de uma repaginada.

Pequeno nail bar, para testar todas as cores de esmaltes da OPI

Fotos: Reprodução

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Ninguém duvida do poder inovador e criativo de uma das cidades mais badaladas do mundo – não estamos falamos de NYC, mas de Londres. Contudo, o próximo projeto, fruto da colaboração entre Roger Wade (uma espécie de brand guru) e as empresas Hammerson e Ballymore, promete deixar todas as pop-up stores ao redor do mundo em segundo plano.

Boxpark, o pop-up mall que será inaugurado em Londres (previsão: outubro, 2011)

O power trio pretende lançar um shopping center pop-up que visa colocar o distrito de Shoreditch, ao norte de Londres, no mapa das regiões mais modernas e cool da cidade. O projeto é simples e totalmente focado no público local (uma área extremamente edificada, considerada o coração criativo de Londres). Foi divulgado que serão utilizados containers (vimos algo muito similar aqui, aqui e aqui), que passarão por processos de renovação e aprimoramento, visando oferecer espaços comerciais únicos, de baixo custo e totalmente seguros (mais uma vez, uma bela iniciativa que explora o upcycling).

O mix do pop-up mall, cujo nome será Boxpark,  será cuidadosamente selecionado e farão parte dele marcas britânicas e outras internacionalmente famosas de moda e estilo de vida, além de galerias de arte e café. O projeto está previsto para outubro deste ano e terá duração de cinco anos. Contudo, existem planos para levá-lo para outras regiões, uma vez que toda a estrutura será móvel e passível de ser remontada.

Saiba mais sobre o Boxpark através do vídeo abaixo!

http://vimeo.com/21191391

Fonte: Superfuture

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As girafas estão por todos os cantos, mas não se trata de uma invasão selvagem! Provavelmente é mais um caso de “referência ou coincidência?“. O que vocês acham?

Vitrine da Onward Display, Londres

Vitrine Louis Vuitton

Vitrine Bonpoint, fevereiro de 2011

Vitrine da Desigual, Londres

Fotos:  International Visual, Retail Store Windows UK, Reprodução

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As vitrines de verão costumam apresentar temáticas que se repetem: praias, viagens exóticas, temática náutica, entre outros. Christian Louboutin inovou na vitrine da flagship store de Mount Street, em Londres, com uma lagarta gigante e muito sedutora, usando maquiagem e…vários pares de sapatos maravilhosos (cla-ro!).

A lagarta sedutora,usando make e lacinho na cabeça

Detalhes da vitrine (o sapato azul com a joaninha é objeto de desejo)

A lagarta é uma escultura feita em papel pelo Studio Xag, com o qual a marca de sapatos já trabalhou anteriormente, na criação de um letreiro super colorido e iluminado. A escultura fica apoiada sobre 5 pares de pernas de manequins, usando belíssimos pares dos sapatos mais cobiçados do mundo.

Impossível resistir aos apelos da lagarta sedutora,ainda mais com tantos pares de sapato maravilhosos!

 

Fonte: Studio Xag

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Lembram quando falamos aqui sobre apop-up store secreta da Topshop, com entrada por uma floricultura? Para matar a curiosidade, conseguimos algumas fotos da tal floricultura que fica dentro da Topshop na Oxford Street, em Londres. A curadoria do projeto é da dupla de estilistas responsável pela marca Meadham Kirchhoff, que está em destaque no cenário fashion londrino e começa a ganhar o mundo (e cujos produtos podem ser encontrados, por tempo limitado, na pop-up store).

Atenção para a base dos arranjos!

Fotos: The Window Shopper

 

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Depois de falarmos ontem sobre a divertidíssima vitrine da Louis Vuitton na Bond Street, outra marca tradicional, com loja na mesma rua em Londres, renova seu espírito ao investir numa vitrine totalmente antenada a um dos assuntos mais importantes da moda desde o século passado: street style.

Os consumidores ganharam poder e espaço dentro das empresas de moda, que não produzem mais uma coleção sem contar com a participação, de alguma maneira, de clientes e das consultorias e assessorias independentes (entre eles, os blogs de moda e de street style). As novas mídias e a globalização deram voz aos consumidores de moda e os aproximaram mais das marcas, eliminando alguns intermediários (como as tradicionais revistas e suas editoras superpoderosas) e consagrando o fenômeno bubble up (que é marcado, principalmente, pela influência do street style nas grandes marcas de moda, que antes reinavam absolutas como as grandes lançadoras de tendências). É claro que a marca não perdeu seu controle/poder, mas definitivamente teve que se adaptar às mudanças sociais e culturais que a tecnologia promoveu nas últimas décadas.

Scott Schuman, criador do blog The Sartorialist,totalmente dedicado ao stree style

A  Hermès  (também falamos sobre ela aqui e aqui) inovou mais uma vez, unindo bom humor e um tema bem contemporâneo e badalado. Famosa por suas bolsas feitas manualmente e sob encomenda e echarpes estampadas de seda que viraram ícones de moda e estilo, a marca se empenhou, através das vitrines abaixo, na revitalização da sua imagem (definitivamente tirando a poeira que alguns consumidores mais jovens podem associar à tradição) e, simultaneamente, na conquista de novos consumidores (mostrando que produtos icônicos podem fazer parte de looks modernos e joviais).

Mas como funcionaria uma “parceria” entre a tradição da Hermès e o olhar contemporâneo de Scott Schuman, do mundialmente famoso e celebrado blog de street style, The Sartorialist? Confiram…

Fotos de street style na vitrine da Hermès. Algum produto foi exposto?

Não houve nenhuma parceria oficial entre a marca e o blogueiro/fotógrafo, mas o trabalho de Scott Schuman definitivamente foi a fonte de inspiração para essas vitrines da Hermès. Olhando rapidamente, parece uma vitrine extremamente simples, só com uma foto, mas se olharmos de perto, teremos uma grande surpresa…

Os produtos "de verdade" estão "camuflados" na própria foto. Quase não dá para vê-los!

Olhando com atenção, descobrimos que acessórios “de verdade” foram incorporados à foto. A vitrine é tão incróvel e bem produzida que somente com muita atenção conseguimos perceber quais são os acessórios que fazem parte da foto e quais são aqueles que estão fisicamente expostos. Na foto acima, por exemplo, o relógio, o bracelete, os anéis e a echarpe de seda não fazem parte da foto e estão lá, expostos como numa vitrine tradicional – só que de uma maneira totalmente surpreendente!

O lenço no pulso do rapaz está realmente exposto na vitrine e não faz parte da foto

É muito importante destacar que, através dessa vitrine, também é possível divulgar que a marca pode fazer parte do estilo de vida de qualquer pessoa: homens e mulheres, de todas as idades. Não importa quem você seja, sempre haverá uma maneira diferente de usar um produto Hermès. Basta olhar para a foto acima para entender isso.

A echarpe, o relógio e o colar não fazem parte da foto. Em algumas fotos fica fácil dizer o que foi adicionado posteriormente.

Outro detalhe interessante é perceber que, em boa parte das fotos, os modelos que foram clicados são bem jovens, o que promove uma associação, na mente dos consumidores, que a Hermès não está parada no tempo e seus produtos, apesar de serem ícones, não estão ultrapassados e podem ser usados em looks totalmente contemporâneos e muito cool.

Em todas as lojas, além das fotos com acessórios que foram adicionados posteriormente, existem vitrines tradicionais, com um painel onde vemos a foto de uma rua e um manequim usando peças Hermès. Só para não assustar os consumidores mais… “caretas”.

Vitrines mais tradicionais também estavam presentes, mas abordando também a estética das fotos de street style

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"Trunks and Toys", exposição realizada em Manila até agosto de 2010, com brinquedos que fazem parte da coleção particular dos fundadores da LV e declaram a paixão por tudo relacionado à viagens.

A Louis Vuitton, famosa por suas malas e baús de viagem, além de bolsas monogramadas e outros acessórios em couro, trabalha com diversos materiais na produção de seus acessórios mais famosos. Assim como ocorreu na vitrine da Prada, sobre a qual comentamos  aqui, a vitrine da LV na flagship store da Bond Street, em Londres, brincou com a idéia de auto-referência, com muito humor.

Dessa vez, as vitrines foram eloboradas para divulgar produtos fabricados com couro de avetruz (aquele que tem uma textura com bolinhas). Na coleção Primavera-Verão ’08, a edição da bolsa Speedy em couro de avestruz rosa, fruto da parceria entre a marca e Richard Prince, artista e pintor norte-americano (cujas pinturas, onde são retratadas enfermeiras sombrias e misteriosas, serviram de inspiração a Marc Jacobs para a coleção citada acima), chamou muita atenção e ganhou destaque em sites e blogs sobre moda. 

A bolsa Speedy, em couro de avestruz rosa, foi hit da coleção de Primavera-Verão '08, inspirada pelos trabalhos de Richard Prince

 

As enfermeiras da Louis Vuitton, inspiradas nas pinturas de Richard Prince

As vitrines da loja conceito que fica na Bond Street foram realizadas em agosto deste ano e, carregadas de humor, contaram com esculturas de avestruzes e seus ovos como displays para os produtos feitos com o couro da ave, ao invés de apenas usar os tradicionais manequins (que até aparecem, ao lado das esculturas, em uma das vitrines). As esculturas de avestruzes e seus ovos foram feitas pela Chameleon Visual (de Londres) e suas penas foram aplicadas manualmente, garantindo um resultado final luxuoso e bem acabado.

Manequim montado no avestruz (prestem atenção à cabeça do bichinho). Vitrine divertida na flagship store da LV em Londres.

Sapatos, com laçarotes em couro de avestruz, surgem de dentro de réplicas de ovos gigantes.

O avestruz carrega baús LV e seu longo pescoço ultrapassa os limites entre as vitrines, carregando bolsas

Detalhes da vitrine acima, com os tradicionais baús LV (dentro do último, um ovo) e uma bolsa, no bico da escultura da ave, feita em couro de avestruz

Ficamos encantadas com a originalidade e frescor das vitrines da Louis Vuitton, que reabriu a loja na Bond Street, em Londres, após meses de reforma, oferecendo um espaço dedicado ao luxo, com suas coleções feminina e masculina, além de jóias, acessórios e até mesmo uma galeria. Ainda que nem todo mundo seja consumidor dos produtos da marca, ela oferece entretenimento e beleza gratuitamente a todos que passam pelo local, com vitrines bem humoradas e que, definitivamente, mostram que tradição, qualidade e luxo não são sinônimos de conservadorismo.

Como o pé direito da loja conceito na Bond Street é bem alto, nada melhor do que uma vitrine gigantesca, com um avestruz levando uma bolsa LV em seu bico

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Existe uma carcaterística interessante em praticamente todas as marcas (nacionais e internacionais) quando a questão é trabalhar com estampas na hora de produzir as vitrines. É muito comum encontrarmos a mesma estampa em duas ou mais peças de roupas (e até em acessórios) em mais de um manequim na mesma vitrine. Isso ajuda a divulgar o mood da coleção durante os meses nos quais ela estará disponível na loja, além da cartela de cores. 

Além de ajudar a construir na mente do consumidor uma determinada imagem ou transmitir uma mensagem, a repetição de estampas também influencia nas vendas, pois uma peça estampada ajuda a vender as demais com a mesma padronagem. Esse processo é ótimo para o trabalho de visual merchandising no interior da loja, afinal, quando uma estampa faz muito sucesso e não são feitas muitas peças com a mesma padronagem, não restam as famosas peças estampadas “pingadas” (peças que “sobram” nas araras, geralmente únicas) que causam grande dor de cabeça aos merchandisers na hora de criar um ambiente visualmente agradável no interior da loja (isso sem falar no risco que a peça estampada “pingada” corre, quando única, de transmitir aos clientes a sensação de “sobra”, “final de coleção”, entre outras conotações negativas).

É claro que trabalhar com produtos estampados envolve responsabilidade e esforço da equipe de merchandising visual e marketing (que irá gerenciar a distribuição dos produtos e, possivelmente, a concentração de peças com a mesma estampa numa determinada loja, evitando o fenômeno das “peças pingadas” e transferências custosas à empresa). Além disso, peças estampadas são normalmente mais caras e difíceis de vender, principalmente em tempos de crise, pois o consumidor acaba apostando em roupas mais básicas que podem ser “reinventadas” diariamente, com a ajuda de acessórios e combinações, o que é um pouco mais complicado com se trabalha com estampas. Ou seja, peças estampadas merecem uma atenção toda especial!

O camuflado da Prada nas roupas, acessórios, manequins e painéis

Aparentemente trabalhar com estampa não é problema para uma marca como Prada. Olhem só a vitrine acima, que apresenta não apenas roupas e acessórios camuflados, bem como manequins e painéis de fundo com a mesma padronagem. O mais interessante é que a marca brincou com a idéia de auto-referência: a estampa trabalhada é uma camuflagem e os manequins e acessórios aparecem nesta mesma padronagem o que resultou numa fusão de todos os elementos com o ambiente, como se não ouvesse começo ou fim.  Realmente chama atenção dos consumidores e curiosos que passam pelo exterior da loja e param por alguns minutos tentando identificar o que está exposto na vitrine.

O detalhe menos camuflado é o pequeno cachorrinho (?) que aparece à esquerda, próximo a um dos manequins

Até mesmo a vitrine com peças voltadas ao público masculino seguiram o conceito da “dupla camuflagem” (estampa camuflada e camuflar o manequim e os acessórios na vitrine).

Quase não dá para ver a camisa social que o manequim está usando, não é?

Depois de ver as fotos dessas vitrines camufladas, só nos resta uma questão: o que será que Prada quer nos dizer? Que devemos nos misturar mais ao ambiente que nos cerca? Apesar da estampa chamativa, será que essa espécie de camuflagem sugere um retorno ao “minimalismo” (não se trata aqui de um visual clean, mas de uma atitude mais simples perante a vida, menos subjetiva e mais coletiva), talvez deixando um pouco de lado o foco no “eu” e sua promoção constante e pensando num envolvimento maior com o que está ao seu redor? Hum, deliramos?O que vocês acham? Aguardaremos os emails e comentários!

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