Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘marca’

Produtos Ed Hardy: amados por muitos, internacionalmente consumidos e caríssimos. Para alguns, símbolo de rebeldia e status. Para outros, a melhor representação do mau gosto. Muitas pessoas sequer conseguem olhar para uma peça Ed Hardy sem torcer o nariz! Camisetas e bonés com silks inspirados no universo da tatuagem, combinados com aplicações de bordados, cristais e glitter simplesmente lotaram páginas e mais páginas de revistas, sempre usados por celebridades como Madonna, Britney Spears, Kim Kardashian, entre outras.

Famosas "trabalhadas" na marca Ed Hardy

Como todo produto, teve sua fase de introdução, de crescimento, atingiu sua maturidade no mercado e, finalmente, começa a entrar em declínio – pelo menos, achamos que a campanha promovida pela agência de publicidade Super Top Secret aponta para esse caminho.

Segundo o site da agência, a campanha Giving Back  visa “tornar o mundo melhor, uma camiseta ridícula por vez” (e até tem página no Facebook e seguidores no Twitter!). Funciona assim: os interessados doarão suas camisetas Ed Hardy para a Super Top Secret, que as repassará para moradores de rua. Além de ajudar os menos favorecidos, os doadores receberão em troca uma camiseta novinha em folha, produzida pela agência. Ainda segundo o site, trata-se de uma “win-win situation“: ao mesmo tempo que você ganha uma camiseta novinha em folha, ajuda uma pessoa necessitada e contribui para acabar com a tendência da camiseta masculina espalhafatosa, possibilitando que ela assuma novamente sua função como uma mera camiseta.

À esquerda, a campanha; à direita, Eli, morador de rua, usando uma camiseta Ed Hardy doada pelo sorridente rapaz à direita, de camisa xadrez

É claro que a campanha tem um toque de humor bastante ácido, mas vamos deixar de lado nossos posicionamentos politicamente corretos, nossos pudores e sejamos honestos: alguém acha que a Madonna gostaria de ver um morador de rua usando uma camiseta original Ed Hardy, assim como ela?  Você gostaria de ver vários moradores de rua usando camisetas iguais as suas, pelas quais você pagou R$ 280,00 (o preço é meramente ilustrativo)? Claro que não, não é?

E qual seria o impacto dessa campanha para as vendas e para a marca Ed Hardy? Com certeza, não seria nada positivo para ambos. Por outro lado, ficamos tristes, pois isso também não é nada bom para a imagem do tatuador Don Ed Hardy, americano da Califórnia, aprendiz do respeitado Sailor Jerry Collins, que teve seu nome e desenhos atrelados a produtos que são sinônimos de mau gosto.

No mais, não conseguimos levantar nenhuma informação sobre o posicionamento da marca em relação à ação, mas achamos que, neste caso, caberia inclusive recurso judicial para evitar que a agência continuasse a promover esse tipo de atividade, sendo fácil comprovar os potenciais danos à imagem da marca.

E se alguém já se perguntou se consumidores ou a sociedade podem destruir uma marca, literalmente, achamos que a campanha acima dá todas as informações necessárias para responder a questão.

Fonte: GOOD

Read Full Post »

Seu smartphone é um iPhone? Seu mp3 player é um iPod? Você provavelmente tem um MacBook e, com sorte, até um iPad, não é? Poderíamos concluir, então, que você é um fã da Apple, empresa de tecnologia cujo CEO e co-fundador, Steve Jobs, é considerado uma das pessoas mais influentes do mundo.

Que tal essa versão Playmobil de Steve Jobs, lançando do iPad2?

Todos os produtos que a Apple lança se tornam sucessos instantâneos. Consumidores fazem filas gigantescas semanas antes do lançamento nas famosas  Apple Stores ao redor do mundo para serem os primeiros a adquirir os novíssimos gadgets que influenciarão o modo como nos divertimos, nos comunicamos e compartilhamos informações – ainda que não sejamos usuários diretos decseus produtos.

A marca Apple está tão enraizada em nossa cultura e em nossas mentes que até virou brinquedo! Dizem que um dos sinais de que uma marca faz sucesso é ter seus produtos pirateados (bem, não sabemos se existem produtos Apple piratas, mas com certeza existem muitos outros gadgets por aí que, assim como certos produtos de moda, são inspired em produtos Apple). Outro, é quando um brinquedo é criado em sua homenagem. Pode parecer inacreditável, mas quantas marcas por aí ganham uma versão criada pela Playmobil (acho que só lembramos daquela versão da lanchonete McDonald’s, lançada pela Mattel na década de 80, lembram?)?

Muitas pessoas chegam a dizer por aí que existe uma Apple Mania ou que a Apple é tão adorada e seus seguidores são tão fiéis que a marca poderia ser comparada a uma religião. Brincadeira? Talvez não… Recentes estudos feitos por neurocientistas através de ressonâncias magnéticas mediram as reações do cérebro a imagens dos produtos Apple e outros produtos similares. Os resultados foram bem interessantes: os produtos da Apple, ao contrário de outros, ativam as mesmas áreas do cérebro que são ativadas por imagens religiosas em pessoas de fé.

O projeto foi encabeçado por um superfã da Apple, Alex Brooks, e serviu de base para de um programa da BBC chamado Secrets of the Superbrands (“Segredos das Supermarcas”, que você pode assistir aqui). O documentário acompanha o lançamento da Apple Store em Londres e flagra um episódio muito interessante: funcionários da empresa aplaudem como fanáticos religiosos o primeiro consumidor que compra o último lançamento da empresa, o iPad 2.

A paixão pela marca Apple é tão grande que se transformou numa espécie de culto para algumas pessoas. Tatuagens, cortes de cabelo e estantes que mais parecem altares para brigar MacBooks se espalharam por aí e ganharam destaque em 2009 no documentário “Macheads“. E para aqueles que ainda duvidam que tamanha paixão por uma marca possa existir, que tal conferir o blog The Cult of Mac? A notícia mais recente é a do fã Gary Allen, entitulado pelo blog “o maior fã da Apple”, que viajou 3.200 milhas e cruzou 12 estados norte-americanos para celebrar o décimo aniversário da cadeia de lojas da Apple.

Macheads, unite and take over!

Gary Allen, o maior fã da Apple

Em um mundo como o nosso, no qual o representante maior da Igreja Católica declara que o consumo de tecnologia constitui uma ameaça à religião e à própria Igreja Católica, não substituindo Deus, achamos que, pelo menos, a tecnologia pode inspirar comportamento bastante similar ao de um devoto fervoroso.

A partir de amanhã traremos mais novidades para vocês envolvendo neuromarketing, neurociência e algumas das marcas mais famosas e celebradas ao redor do mundo. Fiquem de olho!

Fontes: PSFK, CNN, Cult Of Mac, FAL

Read Full Post »

São muitas as marcas de luxo que apostam na diversificação horizontal de seus negócios, numa verdadeira estratégia de expansão focada em estilo de vida (comentamos mais sobre o assunto aqui, quando falamos sobre o império Armani). A marca italiana Moschino resolveu seguir os mesmos passos da Armani, Ferragamo, Bulgari e até Margiela e inaugurou um hotel/spa em Milão. Contudo, não se trata de um hotel tradicional.

As vitrines da Moschino geralmente são lúdicas e delicadas

A fachada do hotel, que foi construído numa antiga estação ferroviária

Seguindo a identidade e imagem da marca de moda, o hotel Maison Moschino apostou no caráter lúdico que sempre vemos nas vitrines das lojas e em algumas campanhas e embalagens de produtos da marca homônima. Todos os 54 quartos e 15 suítes do hotel são decorados de acordo com 16 contos de fadas diferentes, entre eles “Alice no País das Maravilhas”, “Chapeuzinho Vermelho”, entre outros. E mais: o hotel 4 estrelas foi construído dentro de uma antiga estação ferroviária na Via Monte Grappa , em estilo neoclássico, que data de 1840. A idéia era fazer com que cada hóspede vivesse um sonho.

O Maison Moschino é a prova de que o mundo é do tamanho dos nossos sonhos!

No lobby já sentimos que se hospedar no Maison Moschino é mergulhar no mundo encantado

O quarto inspirado em Chapeuzinho Vermelho tem até um lobo estampado na cama

Quarto ou floresta mágica? No Maison Moschino, sonho e realidade se misturam

Detalhe do lustre de um dos quartos, cheio de docinhos

Doces sonhos garantidos no quarto acima, cujo nome é "cake room" (quarto da torta)

O livro "Alice no País das Maravilhas" foi a inspiração para este quarto, com mesinha em forma de xícara

Mesmo quando não são inspirados em contos de fada, os quartos e suítes do hotel têm decoração lúdica, de acordo com a imagem da marca Moschino

 Fotos: Época Negócios, Luxe City Guides, PSFK SalonSonya Nimri, SpinTravel

Read Full Post »

Acreditamos que tudo, dentro e fora do ponto-de-venda (displays, cabides, provadores, vendedoras, blogs, etc), deve transmitir os valores da marca. Afinal, é através desses detalhes (totalmente relevantes, devemos destacar) que a marca se comunica, ainda que não verbalmente, com seus consumidores.

A prova disso é o tapume da loja Tommy Hilfiger, no Shopping Leblon, que está atualmente fechada para reformas. O que poderia ser um simples tapume, cobrindo a fachada da loja e anunciando que em breve ela será reaberta, vira um verdadeiro display dos valores da marca norte-americana.

No tapume vemos a representação de ícones da cultura pop americana, como o Super Homem, um detalhe do verso da nota de dólar, um mega sanduíche, a tocha da Estátua da Liberdade, a capa da revista New Yorker, a placa da Route 66, Betty Boop, o cartaz do filme Tubarão, uma foto do homem na superfície da Lua, um copinho de café para viagem, entre outros. Ou seja, ícones que refletem valores bem americanos, que representam uma cultura, da qual a Tommy Hilfiger faz parte e na qual se inspira para criar roupas esportivas, jovens e despojadas. É olhar e deduzir: Tommy Hilfiger é uma all american brand.

A marca Tommy Hilfiger nasceu em 1985, através da associação entre Thomas Jacob Hilfiger e Mohan Murjani, magnata indiano do setor têxtil, que desejava revisitar e atualizar o estilo preppy da Ralph Lauren, acrescentando um apelo popular e jovem.

Saiba mais sobre a história da marca aqui.

Read Full Post »

Uma grande marca sempre pode contar com colaboradores que protegem, divulgam e valorizam seus valores e sua imagem. E a atenção aos mínimos detalhes é, com toda certeza, requisito #1 nessa tarefa nada fácil ( qualquer discuido pode ser fatal, acreditem!).

Como recordar é viver, um belo exemplo para ilustrar nossa opinião é o desfile da Cavalera para o verão 2010, em homanagem à cidade de São Paulo. O desfile foi realizado no meio da rua e o que poderia se transformar em um caos completo simplesmente funcionou direitinho, graças ao trabalho de gerência da marca, focado nos detalhes.

Detalhe da cadeira para receber os convidados pro desfile da Cavalera. A marca presente em todos os detalhes.

 

E aqui vemos a sacolinha-brinde, com coisinhas super úteis: camiseta, guarda-chuva (em caso de chuva, para proteger os convidados) e tinha até lanchinho leve! É pra conquistar ou não quem estava lá,né? We ❤ Cavalera!

Fonte das fotos: Blog da Cavalera

Read Full Post »