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Nike x Limitsreferência ou coincidência?

Nike

Limits

 

Fotos: Reprodução

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O Torneio de Wimbledon, um dos mais tradicionais quando o assunto é tênis, terminou ontem com a vitória do sérvio Djokovic sobre o espanhol Nadal. O jogo foi emocionante e ao longo de todo campeonato, a Nike apostou num trabalho especial de visual merchandising para destacar sua ligação como grande patrocinadora dos esportes com um dos eventos mais importantes do universo do tênis profissional (além de aproveitar para gerar ainda mais brand awareness)

Símbolo do torneio de tênis, que ocorre no Reino Unido

Confiram as fotos abaixo das vitrines da marca em Londres, em Oxford Circus.

Nadal foi a grande estrela da campanha "Live for the Game", da Nike

Fotos gigantescas foram combinadas a raquetes, bolas de tênis e bancos nas vitrines

No interior da loja, uma instalação com uma parede forrada por bolas de tênis

Nadal não venceu, mas as vitrines e a instalação causaram impacto e evocaram um dos eventos mais importantes e tradicionais do verão no Reino Unido!

Para quem gosta de tênis, as vitrines da Galeries Lafayette fizeram uma bela homenagem a Roland-Garros e seu vínculo com a marca Lacoste (basta clicar aqui para conferir fotos e vídeos).

Fotos: Reprodução, Acervo Âme Consultoria

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More Than Air, Run Your City foi uma campanha lançada pela Nike ano passado, que contou não apenas com displays diferenciados para as lojas revendedoras, mas também com uma ação de guerrilha focada no grafite, que foi muito questionada internacionalmente pelos fãs da marca, pois entende-se que cobrir grafites com propaganda é um ato imoral.

A ação de guerrilha foi bastante criticada, pois cobriu grafites feitos por artistas locais

Conseguimos algumas fotos da ação que ocorreu na Cidade do Cabo, na África do Sul, nas quais podemos conferir em detalhes o trabalho do merchandising visual nas lojas, vitrines e outras plataformas. O mais interessante é que os displays, em muitos casos, foram personalizados com ilustrações nas quais pontos relevantes da cidade ganhavam destaque. Com isso, a Nike conseguiu personalizar a uma campanha global, criando vínculos com a comunidade local, que se sentiu mais integrada à ação.

Inicialmente a campanha foi lançada online através de um hotsite e uma fanpage no Facebook

Bem agressiva, a campanha "atacou" várias plataformas, inclusive a fachada de algumas lojas

Nas vitrines, displays com cilindros de oxigênio, sobre os quais vários modelos de tênis pareciam flutuar

Detalhe do display para vitrine. Estão vendo as ilustrações ao fundo? Elas também fazem parte da campanha...

A Nike também desenvolveu displays para o interior da loja, que eram personalizados de acordo com a localização de cada uma delas. Nos desenhos são retratados os locais mais famosos de cada cidade, criando uma sensação de que não se trata de mais uma campanha global. More Than Air foi uma campanha que se conectava com a comunidade local e suas peculiaridades.

No interior da loja, displays como os da vitrine se misturam aos displays ilustrados com ponto de referência locais, personalizando a campanha de acordo com a cidade na qual ela foi executada

Fotos: Fundamental Displays, Mr. Baggins

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O caso Galliano ainda está causando muita polêmica por aí, mas por aqui o que nos interessa é entender como as marcas se posicionaram em momentos de crise, muitas vezes desencadeadas por seus representantes, colaboradores e embaixadores. Uma verdadeira lição de gerência de marca e relações públicas em tempos de crise e de como em alguns casos foi possível dar a volta por cima, com ainda mais sucesso!

:: Crise #1: Chanel e o Nazismo

” Durante a II Guerra, Chanel foi acusada de colaborar com o nazismo. Segundo sua biógrafa, Edmonde Charles-Roux, Coco tinha inclinações políticas extremamente reacionárias e conservadoras. De acordo com alguns autores, Chanel circulava em altos círculos militares alemães. Ela teria sido chamada para a Operação Modelhut (Modelhut, em alemão, significa “chapéu da moda”), em que tentava aproximar o primeiro-ministro britânico Winston Churchill do comando alemão. Chanel tinha tido um caso com um inglês chamado Hugh Richard Arthur Grosvenor, o duque de Westminster, próximo de Churchill. Por desempenhar serviços como esse, Chanel prosperou durante a guerra. Há quem diga que o logo “CC” seja uma referência ao logo “SS”, gravado nos uniformes da polícia de Hitler.

Por causa disso, fechou a maison e foi morar na Suiça. Quase faliu. Voltou a Paris em 1954, mas o mercado francês não a recebeu tão bem como antes. A grife foi salva pelo mercado americano que, na década de 50, inventou o prêt-à-porter, em que a cópia de uma roupa podia ser reproduzida em escala industrial.” (Revista Época)

Dizem que Coco Chanel andou flertando com o nazismo e até mesmo se envolveu com um oficial alemão

 

Hoje em dia, quem não ama a marca Chanel? Enlouquecemos com as inovações de Karl Lagerfeld e muitos sequer sabem desse “passado sombrio” de Coco.

:: Crise #2: Kate Moss

Quem não se lembra da foto abaixo? Depois dela, a internacionalmente famosa Kate Moss, modelo que durante a década de 90 já havia encarado outras polêmicas (foi acusada de ser a porta-voz do estilo heroin chic e de ser anoréxica, servindo de péssimo exemplo para toda uma geração de meninas ao redor do mundo) sem maiores problemas, caiu em desgraça, ainda que temporariamente. Foi abertamente criticada, perdeu contratos, mas graças ao apoio de diversos membros fashion world, Kate recuperou sua imagem e está mais rica do que nunca, depois de fechar vários contratos milionários.

 

A foto publicada pelo tablóide inglês colocou Kate Moss no topo das paradas, de uma maneira bem negativa

O falecido McQueen foi um dos muitos que apoiaram Kate

:: Crise #3: Nike e Ronaldo Fenômeno

O ex-jogador Ronaldo “Fenômeno” foi acusado de envolvimento com travestis. Imediatamente surgiram boatos de que a Nike romperia seu contrato com o atleta, mas apesar dos rumores, isso não ocorreu e a empresa até prestou homenagem em seu site após o anúncio de sua aposentadoria.

No site da Nike, homenagem ao ex-jogador

A imagem de Ronaldo, por outro lado, nunca mais foi a mesma. Aparentemente o jogador perdeu todo o crédito que tinha junto ao público, que só conseguia falar sobre seu excesso de peso, escândalos da vida pessoal do jogador, etc. Nem mesmo o empenho positivo da mídia quando sua aposentadoria foi anunciada conseguiu reverter tal problema.

:: Crise #4: Dior e Galliano

A polêmica envolvendo Galliano começou com a divulgação do vídeo abaixo, no qual o estilista, supostamente sob o efeito de álcool, fez comentários antissemitas na sexta-feira passada, num bar em Paris.

Após queixas registradas na polícia, a maison Dior declarou publicamente que Galliano, designer-chefe desde 1996 da maison francesa, estava afastado do cargo. Na terça-feira, dia 01/03/2011, a Dior anunciou sua demissão. Segundo o executivo-chefe da Dior, Sidney Toledano, a atitude do estilista é veementemente condenável e contradiz todos os valores que sempre foram defendidos pela Christian Dior.

Para piorar da situação, a atriz Natalie Portman, garota-propaganda do perfume Miss Dior Chérie, vendedora do Oscar de melhor atriz e foco de todas as atenções da mídia nos últimos meses, declarou estar profundamente chocada e enojadacom as declarações de Galliano em vídeo e promete não se associar ao designer de qualquer forma.

Com todos holofotes voltados para ela, a atriz Natalie Portman sentiu a necessidade de se manifestar sobre a polêmica envolvendo o diretor criativo da Dior

Concordamos que a maison francesa agiu corretamente ao afastar o designer do seu cargo e ainda não sabemos como tal decisão afetará a marca, inclusive financeiramente (o mesmo podemos dizer sobre os rumos da carreira de John Galliano ). O que nos chamou muita atenção foi a declaração de Natalie Portman, afinal sua associação contratual é com a empresa francesa Christian Dior, não com Galliano ou com a marca que leva seu nome.

A Dior manteve a data do seu desfile e o nome de John Galliano não foi mencionado. O designer está em reabilitação, cancelou o desfile da marca que leva seu nome e pode ser levado a julgamento em breve, na França. Corre por aí o boato de que várias atrizes resolveram não usar vestidos Dior na noite do Oscar por conta da polêmica.

:: Crise #5: Devassa e Sandy

Não se fala em outra coisa: Sandy foi escolhida para ser a garota propaganda da marca de cerveja Devassa. O trabalho de ativação da marca teve início com a escolha de Paris Hilton para uma série de ações, que também geraram polêmica. Contudo, é bem provável que a maioria das pessoas até concorde que a escandalosa Hilton combina com ações sexies e polêmicas, mas pelo que estamos percebendo, ninguém consegue “engolir” essa história de que “todo mundo tem um lado devassa”.

E aí, você acha mesmo que Sandy tem um lado devassa?

Para piorar a situação, começou a ser divulgado na rede um trecho de uma entrevista na qual a cantora, que até mudou a cor de seus cabelos para o lançamento da campanha, declara não gostar do gosto de cerveja, mesmo sem álcool, e que prefere bebidas “mais docinhas”.

A entrevista aconteceu meses antes da contratação da cantora pela cervejaria, mas a “aparição” do vídeo na rede e sua intensa divulgação parece indicar a rejeição do público em relação a escolha da Devassa.

A cervejaria não voltou atrás e divulgou números que comprovam seu crescimento nos mercados do Rio de Janeiro e de São Paulo, além de prometer mais polêmicas para os próximos meses.

Marcas diferentes, problemas diferentes. Superações e dúvidas sobre o futuro. Várias opções de como gerenciar marcas que enfrentam problemas. Agora só nos resta aguardar e analisar.

Fonte: Folha Ilustrada, Mundo do Marketing

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Lembram quando falamos sobre o uso de QR Code na vitrine da Nike na Bélgica? Parece que a onda também acertou em cheio a Calvin Klein. Após ter seus outdoors censurados, a empresa resolveu censurar sua própria campanha de outono 2010 da Calvin Klein Jeans.

A empresa apostou no QR Code nos outdoors de Nova Iorque e Los Angeles que, após ser reconhecido através da câmera do celular, revela um vídeo de 40 segundos, não censurado, do qual participam a polêmica Lara Stone e um quarteto de modelos masculinos.

O outdoor da CK com o QR Code que, depois de decodificado, revela o vídeo da campanha CK Jeans, cujas fotos foram censuradas

A campanha, que foi fotografada em preto & branco por Mert Alas e Marcus Piggott, pode ser compartilhada via Facebook e Twitter após ser decodificada. Detalhe: isso aconteceu em julho deste ano.

Outra empresa que explorou o QR Code bem antes de todas as outras foi a Louis Vuitton, em parceria com o artista multimídia japonês Takashi Murakami, seu colaborador de longa data. QR Code (quick response code) é um código-matriz que permite que seu conteúdo seja decodificado em alta velocidade. Apontado como a evolução do código de barra, o QR Code da Louis Vuitton foi desenvolvido pela agência japonesa SET, com a arte de Murakami, em 2009.

O QR Code da LV, criado em 2009, uma parceria da agência SET com o artista Takashi Murakami

Fonte: Fashioning Tech,  Stylelist

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Com o avanço dos celulares, tudo mudou em nossas vidas e no mundo. Hoje em dia quase ninguém pensa em viver sem o seu smartphone, seja ele qual for. Sentimos até uma certa “exclusão social” quando não podemos nos conectar ao mundo virtual a qualquer momento: no meio da rua, durante o almoço, no caminho para o trabalho, etc.

Os aplicativos das redes sociais facilitam nossa interação com amigos e até mesmo com empresas e marcas que admiramos e cujos produtos consumimos e, como sabemos, existem muitas maneiras através das quais podemos fazer isso. Para manter maior controle sobre as informações e tornar a comunicação mais dinâmica, várias redes sociais estão integradas – hoje em dia, podemos “curtir” posts nos blogs e a informação aparece também no Facebook, como também podemos dividir o link do post que gostamos no Twitter, e por aí vai.

A Nike, contudo, foi além, o que não nos espanta nem um pouco, ainda mais quando se trata da empresa que mais divulga o estilo de vida relacionado à corrida, que provavelmente é o esporte mais democrático, dinâmico e desafiador que existe.

A empresa resolveu experimentar o uso do QR Code na sua loja na Bélgica. Funciona assim: você vê a vitrine e, se gostar dos produtos, basta fotografar o QR Code e automaticamente aparece  um “like” no seu perfil do Facebook.

A vitrine interativa da Nike, na Bélgica

Segundo o site Brainstorm9, o QR Code é extremamente popular entre os publicitários, mas o uso geralmente é complicado, pois os smartphones não são padronizados para ler os códigos, sendo necessário fazer download de um software. No caso da Nike, o processo é facilitado através do Likify, uma ferramenta que gera QR Codes customizados com o Facebook com apenas meia dúzia de cliques.

Likify ajuda a gerar 'Facebook-likes' usando QRCodes

Fonte: Brainstorm9, via Marcelo Cortazio

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Néon é um gás nobre incolor, muito leve, presente em pequena quantidade no ar atmosférico, que proporciona um tom arroxeado característico à luz das lâmpadas fluorescentes nas quais o gás é empregado. Nós conhecemos bastante essa aplicação do gás néon graças aos letreiros e sinalizações que, com o passar do tempo, ganharam uma certa conotação kitsch.

Abaixo podemos conferir algumas vitrines que resgataram o néon para dar um toque especial à exposição de produtos e chamar bastante atenção. Para iluminar nossas mentes e nos inspirar ainda mais!

Vitrine da Henri Bendel, em NY

Display de néon dentro da Ricky's, em NY

Letreiro da loja de Christian Louboutin

Instalação de Wilson Brothers,"Raise Your Game", na Nike Store de Londres

E, abaixo, os nossos favoritos: rosas de néon nas vitrines da Louis Vuitton (nossa, como eles investem em produções elaboradas para as vitrines, hein?) durante o lançamento da coleção inspirada no trabalho do artista Stephen Sprouse. Gostamos muito do uso do néon para destacar a tipografia semelhante a usada por Sprouse e as rosas que aparecem estampadas em bolsas, leggings e echarpes da marca francesa, sempre em cores bem vibrantes (amarelo, laranja, rosa e verde, principalmente), conhecidas também como neon colors (cores neón).

A tipografia de Sprouse aplicadaà marca Louis Vuitton, na versão neón

A bolsa LV com a rosa Sprouse estampada e o letreiro de néon no mesmo formato, que ficou exposto em vários lojas da marca

Também são da Louis Vuitton as vitrines em parceria com o artista japonês Takashi Murakami, que trouxe uma explosão de cores e alegria à tradicional marca.

A fachada da loja de seis andares da LV em NY foi coberta pela logo da marca em cores bem coloridas, enquanto em suas vitrines os logos ganharam versão em néon

Logo da LV e outros ícones da marca em versão néon nas vitrines da loja em Tóquio

 

Para conhecer mais sobre letreiros de néon, visite o Neon Museum, onde vários letreiros “aposentados” de Las Vegas contam parte da história da cidade.

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