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Posts Tagged ‘redes sociais’

A utilização de QR Code por marcas de moda não é uma novidade: Nike, CK e Louis Vuitton, entre outras, já recorreram à inovação para promover lançamentos polêmicos e integrar campanhas no ponto de venda as redes sociais, além de seduzir seus consumidores com a aproximação do que há de mais novo e moderno no universo tecnológico.

Vitrine da Bloomingdale's, com QR Code que permitia a participação em sorteio e dava acesso ao conteúdo exclusivo sobre tendências

Na Barneys, quem usar o QR Code terá acesso à cobertura dos bastidores dos desfiles de NY, Londres, Paris e Milão feita somente em p&b por fotógrafos de peso, como Nan Goldin, Stéphane Sednaoui e Jürgen Teller.

Contudo, sua adoção continua crescendo (ocorreu um aumento de 800% entre abril de 2010 e abril de 2011, segundo o relatório de tendências ScanLife Mobile Barcode) e as empresas de moda investem na tecnologia para promover concursos, descontos, divulgar conteúdo exclusivo e, até mesmo, para revelar ao consumidor todo o histórico do produto que ele está adquirindo.

O projeto IOU se baseia no uso da tecnologia para divulgar sua linha de easy-to-wear, cujos produtos são feitos artesanalmente e, portanto, são únicos e especiais. De acordo com as informações no site do projeto, esse caráter único de cada produto torna possível que sua origem seja rastreada e que tenhamos acesso a todas as informações relacionadas ao seu processo de desenvolvimento. Tais informações são extremamente interessantes e importantes, principalmente em tempos de campanhas sobre sustentabilidade que, muitas vezes, se revelam discursos vazios de empresas que estão interessadas apenas em aumentar seus lucros.

Alguns produtos da IOU Project, com QR Code

Tornando o produto rastreável desde a origem do fio na Índia até os trabalhos de beneficiamento feitos na Europa, o consumidor passa a ter acesso à história do produto que lhe está sendo oferecido e, portanto, pode fazer uma escolha mais consciente e até mesmo entender mais sobre o seu processo de fabricação, o que ajuda a justificar preços e valorizar o produto além de envolver o consumidor nos valores da marca e sua história (geralmente, quando uma marca adota tal postura, sua imagem torna-se associada a valores como transparência, autenticidade, responsabilidade social e ambiental e exclusividade).

Lembramos que alguns smartphones, como BlackBerry, fazem leitura imediata dos QRCodes através de suas câmeras, mas geralmente é necessário fazer download de programas leitores do código para celular, como BeeTagg e Kaywa (ambos gratuitos). Para desvendar o que cada QRCode esconde, basta acessar o aplicativo e apontar a câmera do seu celular na direção do código. Após o reconhecimento, você será redirecionado ao conteúdo exclusivo. Have fun!

Tutorial ilustrativo de como fazer a leitura do QRCode

Fotos: Re:conectar, Springwise

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Não podemos evitar os avanços da tecnologia e adoramos quando ela é bem empregada, ainda mais no mercado de moda. É tão legal ver uma marca com anos de mercado despertar o interesse dos consumidores através de um novo recurso, apostando suas fichas no mistério/curiosidade  ao usar um QR Code ao invés de tradicionais outdoors, como fez a Calvin Klein.

Também mencionamos a utilização da realidade aumentada pela Maria Filó durante o lançamento de uma linha de camisetas de edição limitada, quando abordamos o assunto do marketing sensorial, e pela Tissot. E, finalmente, não podemos esquecer da Nike Bélgica, que promoveu a interação entre vitrine e redes sociais através do QR Code, tornando possível “curtir” os produtos da vitrine após clicar o código colado em seu vidro.

Mas e se toda essa nova onda tecnológica invadisse os interiores das lojas e nos ajudasse a escolher aquela produção especial? Nem sempre carregar mil cabides para dentro de um provador é uma experiência agradável e, ainda por cima, é quase sempre impossível pedir a opinião de um (a) amigo (a), porque a área de provadores pode ser bem pequena, ou restrita às mulheres, ou viver lotada.

A Macy’s resolveu todos esses problemas com o auxílio da realidade aumentada, do Ipad e das redes sociais. Em parceria com a empresa LBi a experiência no provador foi reinventada e poderá ser testada na Macy’s Herald Square durante novembro deste ano. O recurso foi lançado durante o evento Fashion’s Night Out em setembro e já foi experimentado por milhares de pessoas.

O "espelho mágico" da Macy's, a marca de 150 anos que está de olho nos consumidores mais jovens

Dentro de cada cabine do provador o cliente encontrará um espelho de 72 polegadas e multi-touch, além de um Ipad. Em seguida basta escolher a roupa desejada no aplicativo do Ipad e transferir a imagem para o seu reflexo no espelho com apenas um simples movimento do seu pulso. E, naturalmente, as fotos do cliente (tiradas através de uma câmera presa ao espelho) “usando” a roupa poderão ser compartilhadas nas redes sociais ou através de email ou SMS (assim, o feedback dos amigos está garantido, mesmo que eles não possam acompanhá-lo às compras).

Fonte: PSFK

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Com o avanço dos celulares, tudo mudou em nossas vidas e no mundo. Hoje em dia quase ninguém pensa em viver sem o seu smartphone, seja ele qual for. Sentimos até uma certa “exclusão social” quando não podemos nos conectar ao mundo virtual a qualquer momento: no meio da rua, durante o almoço, no caminho para o trabalho, etc.

Os aplicativos das redes sociais facilitam nossa interação com amigos e até mesmo com empresas e marcas que admiramos e cujos produtos consumimos e, como sabemos, existem muitas maneiras através das quais podemos fazer isso. Para manter maior controle sobre as informações e tornar a comunicação mais dinâmica, várias redes sociais estão integradas – hoje em dia, podemos “curtir” posts nos blogs e a informação aparece também no Facebook, como também podemos dividir o link do post que gostamos no Twitter, e por aí vai.

A Nike, contudo, foi além, o que não nos espanta nem um pouco, ainda mais quando se trata da empresa que mais divulga o estilo de vida relacionado à corrida, que provavelmente é o esporte mais democrático, dinâmico e desafiador que existe.

A empresa resolveu experimentar o uso do QR Code na sua loja na Bélgica. Funciona assim: você vê a vitrine e, se gostar dos produtos, basta fotografar o QR Code e automaticamente aparece  um “like” no seu perfil do Facebook.

A vitrine interativa da Nike, na Bélgica

Segundo o site Brainstorm9, o QR Code é extremamente popular entre os publicitários, mas o uso geralmente é complicado, pois os smartphones não são padronizados para ler os códigos, sendo necessário fazer download de um software. No caso da Nike, o processo é facilitado através do Likify, uma ferramenta que gera QR Codes customizados com o Facebook com apenas meia dúzia de cliques.

Likify ajuda a gerar 'Facebook-likes' usando QRCodes

Fonte: Brainstorm9, via Marcelo Cortazio

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Vimos uma foto incrível da vitrine de uma loja que estava em vias de ser inaugurada e ficamos encantadas!

Não conhecíamos a marca Reed Krakoff, mas só de ver essa vitrine já ficamos curiosas… E lá fomos nós, via Google, pesquisar. Não importa muito, neste momento, o resultado da nossa aventura virtual, mas todo o processo que nos levou a querer saber mais sobre uma marca depois de ver apenas uma foto da vitrine da sua loja que sequer estava funcionando.

Algumas marcas consagradas não acham necessário investir tanto em tapumes diferenciados, apostando nos tradicionais avisos de “coming soon” ou “opening soon” e adesivos estampados (às vezes nem isso), que até chamam atenção, mas não são tão provocativos quanto a vitrine acima. Provavelmente tais marcas estejam seguras do prestígio já conquistado no mercado e acham que não precisam mais “provocar” os consumidores. Se esquecem, no entanto, que através de pequenos detalhes, como um tapume diferente, é que se gera mídia espontânea gratuita, se chama atenção para a marca e até promove a movimentação do consumidor, que vai atrás de informações sobre os produtos que serão disponibilizados na loja.

O tapume da Bape Store chama atenção, mas não comove

Por outro lado, como já mencionamos anteriormente, certas marcas fazem apostas em vitrines e tapumes especiais antes mesmo da sua abertura ou durante períodos de reforma, como é o caso da Dior e da Goyard. Até mesmo a Apple, que não precisaria de muito para comover e instigar os consumidores quando o assunto é inauguração de loja, resolveu cobrir inteiramente sua fachada Upper West Side, em Nova Iorque, antes da grande abertura. Não foi muito original, mas chamou atenção.

A fachada da loja da Apple, antes da inauguração

O mais importante aqui é destacar que nunca é demais cuidar de todos os detalhes que envolvem sua marca. Coisas pequenas, como um tapume ou uma vitrine diferentes, mesmo antes da inauguração de uma loja, podem atrair a atenção e gerar curiosidade, através do famoso “boca a boca”.  Ainda mais hoje em dia, com tantos canais de divulgação através das redes sociais (Facebook, Twitter, blogs, Foursquare, entre outros) e com pessoas munidas de máquinas digitais e celulares de última geração, empenhadas em contar para o mundo cada detalhe do seu dia, uma marca pode sair do anonimato antes mesmo de ser lançada. Contudo, preste bastante atenção: garanta que sua marca tenha um site bem diferente prontinho e no ar, porque nesses casos, é fundamental ter uma fonte de referência para citar e associar às fotos que irão pipocar por aí. Não é necessário revelar seu mistério logo de cara, mas é muito importante envolver ainda mais a pessoa curiosa nele.

Picture of Reed Krakoff by Modelizing

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