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Aos nossos leitores, seguidores e fãs, desejamos um Feliz Natal. Muita paz e união! Grande beijo em todos vocês!

Vitrine Vivienne Westwood, sempre irreverente

Fotos: Reprodução

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Dia 13 de julho é o Dia Mundial do Rock. Vocês conhecem a origem desta data?

Tudo começou em 13 de julho de 1985, quando o primeiro Live Aid foi organizado por Bob Geldof (da banda Boomtown Rats), com shows simultâneos em Londres e Filadélfia e a presença de bandas de grande destaque, como The Who, Led Zeppelin, Dire Straits, U2 e Black Sabbathe, além de artistas como Madonna, Mick Jagger, BB King, David Bowie, Joan Baez, Sting, Paul McCartney, Eric Clapton, entre outros (alguns dizem que a data que ficou conhecida como Dia Mundial do Rock é justamente o dia no qual Elvis Presley gravou sua primeira música, lá na década de 50. Será?).  O evento pretendia abrir os olhos do mundo para a miséria extrema no continente africano e foi transmitido pela BBC para diversos países.

Impossível falar em moda e rock e não lembrar de Vivienne Westwood. Ao lado de Malcolm McLaren, seu marido na época, Westwood era proprietária de uma butique na King’s Road, Chelsea, que assumiu várias identidades ao longo dos anos: “em 1971 era ´Let It Rock´e vendia roupas inspiradas nos teddy boys; em 1972, como ´Too Young to Live, Too Fast to Die´tinha modelos baseados nos conjuntos zoot e nas jaquetas de couro dos rockers; em 1974 era ´SEX´e oferecia estilos fetichistas em couro e borracha.” (Mendes, Valerie D., A moda do século XX. São Paulo: Martins Fontes, 2003) Ela seria associada, mais tarde, ao movimento punk e ganharia o título de “mãe do punk” (e seu marido, Malcolm, foi empresário da banda Sex Pistols).

Vitrine da Q-Vizu que mostra a coleção de outono-inverno 2010, com inspiração no universo rock (atenção para a legging imitando couro, a saia bandage e a camiseta do Blondie)

O rock continuou inspirando as criações de diversos estilistas e no inverno 2010 virou tendência e esteve presente nas coleções que quase todas as marcas nacionais, através de correntes, roupas mais ajustadas ao corpo, leggings imitando couro, botas e jaquetas tacheadas.

 A Totem, marca carioca famosa por suas estampas e que sempre cultivou um relacionamento com o universo musical, lançou para o verão de 2008 a coleção “Rock & Totem”, cujo tagline era “the more I revolt, the more I make love“. Além disso, sempre promoveu a Mostra de Cinema Rock & Totem, famosa por exibir documentários sobre diversos estilos musicais.

Quando falamos sobre promoção é quase que imediata a associação aos eventos de liquidação que ocorrem entre uma coleção e outra. Na verdade, promoção “é todo e qualquer esforço feito para comunicar e promover empresas ou produtos, sem utilizar mídia convencional.” ( Blessa, Regina. Merchandising no ponto-de-venda. 4ª. Edição, 2ª. Reimpressão. São Paulo: Atlas) A promoção de vendas tem como principais objetivos atrair novos consumidores, recompensar clientes fiéis e aumentar taxas de recompra de clientes eventuais. Geralmente as promoções têm como alvo não o grupo homogêneo que é o foco da marca, mas os consumidores que procuram, antes de mais nada, por preços mais convidativos, valor agregado ou valores adicionais. As vendas tornam-se altas durante um curto período de tempo, mas dificilmente garantem ganhos permanentes em termos de participação de mercado.

Um bom exemplo de promoção inspirada pelo Dia Mundial do Rock é a produzida pela marca Q-Vizu, conhecida por seus produtos irreverentes e bem humorados. Além disso, a marca sempre teve camisetas com estampas inspiradas no universo do rock, como a que vemos nas fotos abaixo.

Imagem promocional do Dia Mundial do Rock, no blog da marca Q-Vizu

Vitrine da loja paulista da Q-Vizu, coleção outono-inverno 2010, com camiseta onde aparece estampado um verso de uma música da banda Guns'n'Roses

E não poderíamos deixar de mencionar aqui o destino do famoso clube CBGB, que abrigou a nata roqueira durante anos e quase fechou as portas em Nova Iorque, após a morte do seu proprietário. Para a felicidade dos amantes do rock e da moda, o clube foi salvo pelo estilista John Varvatos, que abriu uma loja aproveitando a estrutura do clube e mantendo praticamente intactas as paredes cobertas por pichações, posters e adesivos. A loja vende as roupas do estilistas, além de livros, objetos, instrumentos novos e antigos, vinis…Confira as fotos abaixo!

Fonte das fotos: blog Q-Vizu e newsletter da Totem.

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