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Archive for julho \31\UTC 2010

… UM FINAL DE SEMANA MUITO DIVERTIDO!

Vitrine da Crocs (Agradecimento: Luciano Rocha)

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Nós podemos apostar que você já ouviu falar em pop-up stores. NÃO?! Hum, então pode ser que este post ajude um pouco. A primeira vez que escutamos falar em pop-up retail (varejo pop-up) foi em 2004 (!!!), numa matéria sobre tendências do site Trendwatching .  O site, então, já apontava como tendência a manifestação temporária do varejo ao redor do mundo, pelos Estados Unidos e Europa.

A idéia era bem simples: se novos produtos vêm e vão, por que será que as lojas que os abrigam também não poderiam fazer o mesmo?  A versão pop-up de marcas consagradas acrescentou ao varejo tradicional uma bela dose de frescor, exclusividade e surpresa que tradicionalmente poderíamos apontar como características de galerias de arte (sempre abrigando trabalhos e mostras de novos artistas), teatros e, para citar um exemplo conhecido de todos, do Cirque du Soleil (que tem sempre um novo espetáculo na manga, com novos números e em diversas cidades ao redor do mundo).

Podemos dizer que são elementos da “tendência pop-up” a surpresa, o entretenimento, a “exclusividade para as massas” (que deve ser entendida como uma oportunidade dos consumidores, já acostumados a bens e serviços de alta qualidade, terem acesso a mais exclusividade e a um status diferenciado. Por exemplo, os lounges das companhias aéreas nos aeroportos se encaixam dentro dessa tendência.), o caráter temporário dos empreendimentos e a “espontaneidade planejada” (que soa contraditório, mas deve ser entendido como a vontade dos consumidores de tomar decisões espontanemente sobre o que fazer ou o que comprar, pois a única coisa que eles aparentam ter vontade de planejar é como ser espontâneos).

Nós, como boa parte dos consumidores e apaixonados por coisas bonitas e divertidas, adoramos uma flagship store e uma loja bem decorada e inovadora em seu interior, mas uma pop-store dá um toque cool e de agilidade à marca que a adota, sendo uma nova plataforma de comunicação com o público em geral (os já consumidores da marca e aqueles que ainda não a conhecem). Além disso, vários representantes do universo do e-commerce, como a Amazon, aderiram à tendência e abriram pop-up stores na época do Natal em Londres e Düsseldorf, ganhando uma bela parcela da atenção offline do público.

A marca mais lembrada quando o assunto é pop-up store é a Commes des Garçons, que abriu sua primeira loja temporária em Berlim, em março de 2004, com previsão para durar 1 ano, nem um dia a mais, nem um a menos. A loja ficou conhecida como Guerrilla Store  e se espalhou, sempre com um período de duração de 1 ano, por outros lugares do mundo: Los Angeles, Varsóvia, Colônia, Singapura, Atenas, Beirute, entre outras cidades ao redor do mundo.

O interior da Guerrilla Store em Varsóvia, que ficou instalada dentro de uma loja de frutas do período stalinista. Cool, very cool.

O mais interessante é que todas as lojas foram abertas em grandes e famosas cidades, mas sempre longe dos lugares mais badalados e em espaços inusitados (em Varsóvia, a pop-up store foi aberta numa mercearia do período stalinista), sempre com uma decoração realizada com orçamento limitado, o que não foi obstáculo para a realização de um belíssimo trabalho de visual merchandising, totalmente impressionante.

O cartaz anunciando a abertura da Guerrilla Store em Los Angeles

A Guerrilla Store de Los Angeles ficava num beco. Localização duvidosa para abrigar uma loja de uma marca de luxo, não?

Difícil acreditar que neste beco existia uma pop-up store, não? Prova de que a moda é território para quem tem gosto pela aventura!

Finalmente, uma pista de que a Guerrilla Store era realmente ali.Ufa!

O conceito usado pela Commes des Garçons deu aos consumidores algo que foi percebido como exclusivo, marcado pela sensação de descoberta e de aproveitar ao máximo enquanto for possível. Por outro lado, a marca usou o canal para introduzir rapidamente novos produtos ao redor do mundo.

O ambiente dentro da loja era mais animador, reforçando a sensação de descoberta, de ultrapassar um obstáculo e chegar ao prêmio prometido.

E que prêmio! Mesmo com um orçamento limitado, o visual merchandising da pop-store foi de tirar o fôlego (e muito mais interessante do que o interior de muita loja por aí)

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 Se somarmos várias referências japonesas, como uma kokeshi fofa, o gatinho da sorte Manekineko, os pássaros feitos de origami, os restaurantes kaiten (com suas esteiras), as sakuras (ou flores de cerejeira) e a nossa mundialmente cultuada Melissa, qual será o resultado?

Kokeshi + Manekineko + Origami + Kaiten + Sakura + Melissa = ???

A resposta nos foi dada pelo brilhante Marcelo Rosenbaum, que projetou o lounge da Melissa durante a edição de junho de 2008, do São Paulo Fashion Week.  Basta ver as fotos para entender a solução que Rosenbaum aprenstou para essa mistura de elementos da cultura japonesa.

A esteira que transporta Melissas, kokeshis e manekinekos ao redor de todo lounge, assim como num restaurante japonês kaiten. Atenção para o banco em forma de origami e para os papéis com ilustrações tipicamente nipônicas.

 

Deliciosas Melissas percorrem o ambiente lentamente

 

Joguinhos para entreter os visitantes, representando o fascínio dos japoneses por tecnologia e games

 

E, finalmente, as sakuras por todos os lados, dando um toque ainda mais feminino ao espaço

 

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A United Nude é uma marca de sapatos que nasceu da parceria entre Rem D. Koolhaas (diretor criativo, arquiteto e criador do sapato Möbius, com o qual foi indicado para o Rotterdam Design Award) e Galahad Clark (sétima geração de uma família de sapateiros ingleses que estudou antropologia, fundou uma organização humanitária e também coordenada a marca de sapatos Terra Plana).

Segundo o registro encontrado no site, a histórica começa quando Rem, de coração partido, resolve desenhar um sapato feminino para reconquistar sua amada. O produto desta tentativa foi o sapato Möbius. Rem não recuperou sua namorada, mas o Möbius recebeu a indicação para o Rotterdam Design Award e chamou a atenção de seu sócio, Galahad Clark, que se convenceu que uma nova marca de sapatos estava pronta para ser criada.

Möbius: o sapato criado para reconquistar um amor que deu origem à uma marca de sucesso

A UN lançou o Möbius em 2003 e se estabeleceu como uma marca icônica que transita entre o design e a moda. O nome se baseia no processo criativo da empresa, formada por equipes que trabalham  e trocam idéias abertamente para lançar produtos que tenham reconhecimento imediato. As três diretrizes básicas dos produtos da United Nude são: design limpo e conceitual, elegância e inovação.

As diretrizes da marca traduzidas em produtos. Da esquerda para a direita: as sandálias Eamz (homenagem aos designers americanos Charles e Ray Eames), Ultra Loop Buckle e o sapato Lo Res

Hoje a United Nude é vendida em mais de 35 países, 3 flagship stores (Nova Iorque, Shanghai e Amsterdam) e várias outras lojas próprias nas principais cidades do mundo, como Londres, Viena e Guangzhou. Como se pode perceber, através das fotos dos produtos e do ponto-de-venda, a United Nude manteve seu diálogo com os clientes bem consistente, uma vez que as três diretrizes que escolheu como norte da marca estão presentes  em todos os detalhes: do produto ao site, das campanhas ao ponto-de-venda. Existe uma unidade na comuniação da marca, o que evita ruídos na comunicação.

A fachada da United Nude de Shanghai. Até na vitrine as 3 diretrizes da marca se impõem.

A mais nova flagship store da marca, em Shanghai, projetada pelo próprio Rem D. Koolhaas, usa como displays dos sapatos nichos que são iluminados com LED, mudando de cor constantemente. O estoque da loja fica no seu piso superior e o suprimento interno se realiza com velocidade através de um pequeno elevador que se movimenta através dos andares e fica visível no interior da loja, tornando-se uma das atrações do espaço.  

Os nichos, iluminados por LED, que mudam de cor ao longo do dia

Todo o interior da loja de Shanghai parece uma enorme câmara escura, com colunas e paredes espelhadas, a não ser pela área onde se encontram os produtos, que é propositalmente iluminada através de uma tecnologia conhecida como LightTM – uma parede de LED, controlada por computador, que destaca os produtos como obras de arte encapsuladas por molduras geométricas. A mistura de todos esse detalhes torna a experiência de compra muito divertida e até mesmo teatral para os consumidores.

Os sapatos de maior destaque são expostos em cases de vidro que ficam em pedestais no interior da loja, como se fossem jóias

Nas palavras do próprio Rem D. Koolhaas: “Em Amsterdam nós introduzimos o conceito da parede de luz, em Nova Iorque apresentamos a Lo Res Lamborghini Countach  e em Shanghai nós desenvolvemos uma loja que é como um robô, por onde os sapatos se movimentam pelo espaço mecanicamente. Cada loja simplesmente pede, ou talvez indique, sua própria solução personalizada.”

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Alice no País das Maravilhas sempre povoou o imaginário de todos nós e muitos foram os produtos lançados no mercado e inspirados pelo maravilhoso livro de Lewis Carroll simultaneamente ao lançamento do filme de Tim Burton este ano. Contudo, não é de hoje que o livro inspira o desenvolvimento de produtos que vendem como água em lojas dos mais diversos segmentos. São releituras maravilhosas do universo fantasioso que continua encantando crianças e adultos até hoje.

Móveis da marca Cool Kids, inspirados pelo clássico de Lewis Carroll

Aproveitando o momento único do burburinho que envolveu o lançamento do filme, em março deste ano, lojas ao redor do globo fizeram coleções limitadas e vitrines maravilhosamente lúdicas, que despertaram a criança interior – e o desejo de consumo – em cada um de nós. Muitas empresas constataram um aumento das vendas de tais produtos em 30% entre fevereiro e março (período de lançamento mundial do filme). Além disso, a combinação com a estética de Tim Burton – lúdica, porém não infantilizada – permitiu que a criatividade no desenvolvimento de produtos fosse um pouco além. O melhor exemplo disso é a coleção da joalheria H. Stern, com anéis de 10 cm de altura, feitos sob encomenda, em ouro esmaltado, diamantes e outros materiais nobres.

Anel da H.Stern, inspirado no filme de Tim Burton, é peça pra gente grande: custa R$75.000,00

Aliás, a flagship store da joalheria, em Ipanema, teve sua fachada completamente modificada durante a semana de lançamento do filme para receber exemplares da edição limitada de anéis que deixaram as fãs de Alice vibrando.

A fachada da H.Stern em Ipanema, coberta por um adesivo e com portões de metal inspirados na cenografia do filme de Tim Burton

Display com os anéis da edição limitada na H.Stern de Ipanema

Ficamos felizes que o lançamento do filme tenha inspirado a criação de tantas vitrines lindas aqui no Brasil. Lá fora o varejo já aprendeu o valor de uma vitrine criativa, inovadora e bem trabalhada, muitas vezes até temática e, por vezes, reflexo de eventos marcantes, como crise econômica e outros acontecimentos sociais. A Printemps, que sempre nos brinda com vitrines maravilhosas, não poderia ignorar o impacto que o lançamento do filme teve nas mentes de seus consumidores e desenvolveu várias vitrines, em colaboração com estilistas reconhecidos (uma delas, inclusive, em homenagem a Alexander McQueen). O retorno nas vendas, com certeza, foi tão fantástico quando o universo criado por Lewis Carroll!

Manequins com cabeça de coelho e usando roupas de estilistas renomados habitaram as vitrines da Printemps

Em geral, as vitrines brasileiras são bem simples, principalmente se comparadas às estrangeiras, contando tão-somente com apoio de uma cenografia e manequins usando roupas da coleção à venda no interior das lojas. Boa parte delas não aproveita o espaço para instigar seus clientes e consumidores em potencial, atraindo-os para o interior da loja com uma promessa. Um ótima exceção é a Livraria da Travessa, que sempre trabalha sua vitrine de acordo com grandes lançamentos e eventos relacionados ao mundo literário, da música e do cinema, em épocas diversas ao longo do ano. Não poderia ser diferente durante o lançamento de Alice, não é mesmo?

A vitrine da Livraria da Travessa, em Ipanema, decorada com exemplares do livro "Alice no País das Maravilhas" e objetos que nos remetem ao universo criado por Lewis Carroll, como relógios e cartas de baralho

Acreditamos, assim, que o lançamento do filme abriu precedente para a criação as vitrines temáticas e bem-sucedidas nas principais cidades do nosso país, pois qualquer um que passe pela frente de uma vitrine diferenciada não poderá ignorá-la, nem mesmo à marca que a elaborou. Abaixo, alguns bons exemplos de vitrines temáticas de lojas brasileiras.

Vitrine da loja Coisas de Doris, em São Paulo

Vitrine da loja Vitamin, no Mega Pólo de Moda, no Brás, São Paulo

Vitrine de uma loja na Rua Miller, em São Paulo

Fotos e agradecimentos: Abril,  Cajon DeSastre, Coisas de Doris,  Just Lia, Material Girl,  Starving, Vitrine RG,

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Quando você entra na Limelight Marketplace, sente que o lugar já abrigou algo especial antes. Bem, tendo em vista os arcos góticos no teto, fica fácil dizer que lá já foi uma igreja episcopal. Contudo, não se deixe enganar achando que o lugar é abençoado somente por alguma presença espiritual. Quem gosta de festas, música e estilo sabe que a Limelight Marketplace também foi o lar da famosa boate The Limelight durante os anos 80, que era praticamente o lar de  Michael Alig, James St. James e vários outros club kids, cuja história de festas, glam, abuso de drogas e assassinato (sim, Alig foi acusado e condenado pelo assassinato do seu traficante) virou enredo do filme Party Monster . A boate fechou as portas em setembro de 1995 e, em 2003, reabriu com o nome de Avalon, para fechar novamente em 2007.

O exterior do atual Limelight Marketplace, o mesmo de quando a construção abrigava a boate The Limelight

O Limelight Marketplace abriu suas portas em 7 de maio de 2010, transformando a construção de 163 anos numa meca do luxo acessível, com 3 andares que abriga mais de 60 marcas e negócios diversos, de produtos orgânicos a jóias (inclusive com presença brasileira em dois segmentos: no primeiro andar encontramos a marca brasileira Havaianas e no terceiro piso, o salão das brasileiras internacionalmente conhecidas ,J. Sisters).

Foto do primeiro piso do novo Limelight Marketplace, com destaque para a brasileiríssima Havaianas

 O escritório responsável pela reformulação do ambiente foi o Mansour Design, que preservou a circulação do interior do edifício, além de vários elementos originais, como os arcos ogivais no teto e a rosácea (que virou, inclusive, a logo do novo empreendimento). A inspiração foi no clima europeu de espaços comerciais, principalmente os do Reino Unido, como Dover Street MarketBurlington Arcade, que aproveitam estruturas tradicionais e as trazem para a era moderna, com pequenos espaços comerciais que trabalham com estoques bem editados e, assim, garantem boa rotatividade dos produtos e excelentes resultados por metro quadrado. Além disso, as depesas fixas são baixas (energia e outros estão incluídos, as ilhas de saída com caixas são de uso comum, e as sacolas e gift cards são da marca Limelight Marketplace), o que ajudará novos empresários a ter sucesso em seus empreendimentos.

A entrada do Limelight Marketplace. à direita podemos ver a logo da marca, inspirada na rosácea encontrada na construção de 163 anos, cujo prédio originalmente era uma igreja episcopal

Outra grande preocupação na adaptação da estrutura para abrigar o pólo comercial foi a conservação de elementos originais da construção, uma catedral gótica de 1860, adornada com vitrais ingleses pintados à mão em suas janelas e trabalhos esculpidos em pedra.  As janelas, que antes estavam cobertas por quatro camadas de drywall e isolamento acústico, herança dos tempos nos quais a construção abrigou uma boate, foram redescobertas e integradas ao novo projeto de aproveitamento do espaço, que foi norteado pelas descobertas feitas durante a reforma do prédio que, anteriormente, abrigou a famosa boate.

Detalhe de um display de jóias, com os vitrais ingleses, originais da construção de 1860 e que estavam encobertos antes da reforma

Fotos: Mansour Design e New York Times

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Quem curte tatuagem já ouviu falar nesse estúdio, que fica em Los Angeles e ganhou fama quando sua carismática proprietária, a tatuadora Kat von D., estreiou o progarama L.A. Ink.

Kat é super talentosa e suas tattoos são verdadeiras obras de arte, mas o que nós amamos mesmo é o estúdio dela, conhecido como High Voltage Tattoo, que serviu de cenário para a série de TV.

A fachada do High Voltage Tattoo, em Los Angeles, faz mistério sobre o que acontece lá dentro...

Não sabemos ao certo qual é a história exata sobre a decoração do interior do estúdio, mas podemos dizer que ele é, de fato, um reflexo das paixões de Kat von D.: ícones religiosos, referências do universo do skate e do rock e muita, muita arte.

Muito rock'n'roll e shapes de skate pedurados nas paredes

Cortinas, cores fortes e escuras e móveis clássicos ajudam a dar um toque "dramático" e teatral ao estúdio

Kat misturou dentro de um só ambiente vários estilos, transformando o estúdio numa espécie de colagem da sua própria personalidade. Lá dentro vemos móveis clássicos ao lado de fotos de Beethoven (que é uma das personalidades que Kat mais admira), como se ele fosse um santo (reparem na foto que, ao lado do retrato do compositor, existem papéis que nos remetem aos pedidos feitos aos santos e, logo abaixo dele, velas gastas, que lembraram dos santuários construídos dentro das igrejas para alguns santos católicos).

O "santuário" em homenagem a Beethoven, compositor favorito de Kat von D

Mais uma vez vemos como é importante construir um ambiente de trabalho identificado com os valores da marca. Kat von D criou um microuniverso dentro do estúdio que envolve seus funcionários e seus clientes, além de ter tornado o lugar uma verdadeira atração turística. Quem não gostaria de ter uma foto num lugar como esse, hein?

O interior do estúdio, que mescla estilos e objetos diversos, criando uma atmosfera única

Quem procura o High Voltage Tattoo está em busca não apenas de um novo adorno corporal, mas de uma experiência. É quase como se o cliente pudesse mergulhar numa outra atmosfera por algumas horas, experimentar um pouquinho de um universo que mistura influências do mundo do rock com artistas boêmios, o que é uma super tendência dentro dos conceitos de merchandising visual (envolver seu cliente com entretenimento, para que ele veja o ponto de venda não apenas como um simples espaço comercial, mas como um lugar onde poderá encontrar outras informações e referências interessantes para sua vida).

E além de tudo isso, o estúdio ainda oferece entretenimento aos clientes e seus acompanhantes: dentro dele os apaixonados por skate podem treinar suas manobras numa pista e, para os mais “ousados”, há uma plataforma para praticar pole dance enquanto seu desenho fica pronto. Rock’n’Roll!!!

Fotos: High Voltage Tattoo

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