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Posts Tagged ‘inovação’

Somos fãs apaixonadas pelo programa da BBC, Secrets of the Superbrands, no qual o apresentador Alex Riley procura entender como determinadas marcas influenciam nossas escolhas e, em última instância, nossa vida. Quando falamos sobre Apple aqui, mencionamos o programa, dando destaque para o enfoque em neurociência (um grande fã da Apple, por exemplo, se submeteu a um exame de ressonância magnética que mostrou que as áreas do seu cérebro ativadas mediante a visão de produtos da gigante da tecnologia são as mesmas ativadas em pessoas religiosas quando diante de imagens sagradas).

A ótima notícia é que, finalmente, o programa ganhou um episódio totalmente dedicado ao universo das marcas de luxo, com depoimentos de grandes nomes da indústria da moda, marketing e áreas afins, como Dana Thomas (autora de Deluxe – Como o Luxo Perdeu o Brilho  – nós recomendamos!) e Ted Polhemus (grande antropólogo americano que mora e trabalha em Londres e autor de livros fundamentais sobre streetstyle, interferências corporais, etc), entre outros.

Gostamos tanto do programa que tínhamos que fazer um post sobre o assunto. Para não estragar a surpresa, não vamos revelar mais nada sobre os episódios abaixo, mas garantimos que além de informações incríveis sobre marketing, branding, psicologia, neurociência e negócios relacionados ao mundo da moda, também é uma ótima forma de nos fazer refletir e questionar certos comportamentos.

Have fun!

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O elemento surpresa é sempre uma excelente estratégia de merchandising visual. Entrar num ambiente esperando por uma determinada experiência (ou até mesmo não esperando nada) e ser surpreendido por algo totalmente inusitado por render uma agradável reação dos clientes e mesmo dos funcionários. Sabemos que umas das funções do merchandising visual é ajudar a vender um determinado produto através do seu posicionamento no interior de uma loja, mas achamos que esse conceito deve ser expandido: o merchandising, ao lado do marketing sensorial, deve ajudar a vender uma idéia, um “espírito”, algo que talvez seja até difícil de descrever em palavras, mas que sabemos ser necessário, principalmente com a concorrência feroz, a crise econômica e a falta de tempo dos consumidores. Entra em cena a necessidade de construir a marca não apenas no ponto de venda (trademarketing), mas de expandir esse crescimento para o ambiente corporativo.

Do ponto de vista dos clientes, acreditamos que um ambiente surpreendente é capaz de gerar word of mouth (o famoso boca a boca, totalmente espontâneo e gratuito). Por outro lado, arriscamos dizer que um ambiente de trabalho diferenciado é parte da construção do brand equity (um importante ativo intangível, construído através de um conjunto de ações que visam criar estruturas certas de identificação e conhecimento da marca com seu público-alvo e, por que não?, com seu público interno), principalmente quando a marca pretende criar experiências  que incentivem o seu público interno (neste caso, um ambiente diferenciado faria parte de uma série de ações de endomarketing, que visam promover o bem-estar e, conseqüentemente, melhorar a produção e a capacidade intelectual das equipes).

Ao olhar as fotos abaixo, percebemos que o ambiente de trabalho de certas empresas está longe de se encaixar no ultrapassado perfil dos escritórios de antigamente.

Escritório da Skype, em Estocolmo, na Suécia

Escritório da Ogilvy & Mather (o briefing era criar um "parque de diversões de idéias")

E a sinalização do escritório da agência Upperkut, em Montreal? Adoramos a plaquinha que indica a sala do café e a sala do chefe.

E quem diria que esse ambiente faz parte do escritório de um banco de investimentos! Sim, do Macquarie Investment Bank, na Austrália

Os funcionários da Dtac, em Bangkok, não podem reclamar: o escritório oferece até mesmo uma pista de corrida interna, além de quadras para tênis e futebol

Para entender melhor sobre o assunto, recomendamos o texto sobre os 12 atributos de um ambiente de trabalho realmente interessante, escrito por  Tony Schwartz. O autor aponta a necessidade de ambientes de trabalho que estimulem seus funcionários e proporcionem real engajamento (uma vez que apenas 20% de funcionários ao redor do mundo, em diversas empresas, se declararam efetivamente engajados em seus trabalhos).

Fotos: The Cool Hunter 

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Ninguém duvida do poder inovador e criativo de uma das cidades mais badaladas do mundo – não estamos falamos de NYC, mas de Londres. Contudo, o próximo projeto, fruto da colaboração entre Roger Wade (uma espécie de brand guru) e as empresas Hammerson e Ballymore, promete deixar todas as pop-up stores ao redor do mundo em segundo plano.

Boxpark, o pop-up mall que será inaugurado em Londres (previsão: outubro, 2011)

O power trio pretende lançar um shopping center pop-up que visa colocar o distrito de Shoreditch, ao norte de Londres, no mapa das regiões mais modernas e cool da cidade. O projeto é simples e totalmente focado no público local (uma área extremamente edificada, considerada o coração criativo de Londres). Foi divulgado que serão utilizados containers (vimos algo muito similar aqui, aqui e aqui), que passarão por processos de renovação e aprimoramento, visando oferecer espaços comerciais únicos, de baixo custo e totalmente seguros (mais uma vez, uma bela iniciativa que explora o upcycling).

O mix do pop-up mall, cujo nome será Boxpark,  será cuidadosamente selecionado e farão parte dele marcas britânicas e outras internacionalmente famosas de moda e estilo de vida, além de galerias de arte e café. O projeto está previsto para outubro deste ano e terá duração de cinco anos. Contudo, existem planos para levá-lo para outras regiões, uma vez que toda a estrutura será móvel e passível de ser remontada.

Saiba mais sobre o Boxpark através do vídeo abaixo!

http://vimeo.com/21191391

Fonte: Superfuture

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A australiana Aesop (já falamos sobre ela aqui) chegou em NYC no mês de julho e anunciou que abrirá duas flagship stores na cidade (no SoHo e em Nolita). Contudo, antes de colocar em prática seu projeto de “dominação da América”, a marca de cosméticos inaugurou um quiosque no Grand Central Terminal que, como todas as suas outras lojas, fez nosso queixo arrastar no chão.

O novo projeto nasceu da parceria entre o diretor da marca, Dennis Paphitis, e o arquieto Jeremy Barbour, que aproveitaram o fluxo de pessoas que passam de um lado para o outro do terminal carregando jornais ou simplesmente ficam lendo, enquanto aguardam pelo transporte, como inspiração. Explicamos melhor: toda a estrutura do quiosque é feita com milhares de edições passadas do renomado New York Times.

Quiosque Aesop, Grand Central Terminal, NYC

Como podemos ver, a estrutura é mesmo feita com jornais antigos

Um projeto inovador de merchandising visual, que segue o conceito presente em todas as lojas da marca e comprova que coisas maravilhosas podem ser criadas através de upcycling (para saber mais sobre outros projetos de VM sustentáveis, clique aqui, aqui e aqui).

Fotos: Superfuture

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Mais uma grande sugestão para cenografia de vitrine: um painel com uma versão “gigante” de caça-palavras. Lúdico, inovador, e, com certeza, capaz de gerar grande impacto!

A idéia veio do mural no Espaço Sérgio Porto, no Rio de Janeiro

Foto: Revistas Coquetel

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Uma pop-up store na praia? Podem apostar que existe! Idéia da marca H&M, ideal para aproveitar o verão, chamar atenção para a marca e comercializar produtos especiais. A loja funcionou por apenas dois dias Scheveningen, sul da Holanda, e adotou o formato de container, mas por fora parecia uma enorme caixa de madeira.

Loja na praia? Só a H&M consegue fazer isso!

O projeto foi feito em parceria com a WaterAid , uma ONG dedicada exclusivamente ao fornecimento de água, saneamento e projetos educacionais sobre higiene pessoal que atende países pobres. O mais legal do projeto é que 25% das vendas dos produtos (todos eles da linha praia, para homens, mulheres e crianças, em diversos tons de azul) foi diretamente revertida para a organização.

O interior da pop-up store, que também teve caráter beneficiente

Um idéia maravilhosa que, esperamos, poderá servir de inspiração para muitas marcas ao redor do Brasil (com tantas praias belíssimas, que tal aproveitar o próximo verão para divulgar a marca e ajudar uma boa causa?).

Fonte: Superfuture

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Sim! Uma idéia inovadora para quem estiver circulando por Amsterdã e, de repente, precisar ir ao banheiro. A empresa 2theloo surgiu justamente da dificuldade de se achar um banheiro limpinho, daqueles que você pode usar sem medo, nos lugares mais movimentados pelos quais passamos todos os dias.

Fachada da primeira 2theloo, na Holanda

Para usar os serviços, basta pagar uma pequena taxa

O primeiro restroom shop foi inaugurado dia 17 de fevereiro deste ano e a estratégia e inaugurar, ainda durante 2011, algumas unidades em shoppings, postos de gasolina, estações de trem e ruas comerciais ao redor da Europa. Além dos serviços de toalete, a loja oferece ainda uma série de produtos de higiene pessoal e um corner para tomar um café.

Os produtos de higiene pessoal (e alguns outros) que são vendidos dentro da loja

O interior das cabines é decorado com fotos engraçadas

Para o futuro, além de novas lojas, a 2theloo pretende fechar parcerias com ilustradores, designers e escultores para criar “instalações” especiais e que prometem dar o que falar por aí. Definitivamente, uma experiência nova e que soa bastante interessante!

Fotos: Reprodução

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